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Remunerações na Galp geraram 9,37% de votos contra

Assembleia geral da petrolífera aprovou todas as propostas com mais de 90% de votos favoráveis, sendo que a declaração sobre a remuneração dos órgãos de gestão foi o ponto menos consensual entre os accionistas da Galp.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 30 de Maio de 2011 às 20:46
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A assembleia geral de accionistas da Galp Energia, hoje realizada, aprovou todos os pontos sujeitos a votação, sempre com mais de 90% de posições favoráveis às propostas apresentadas, tendo a declaração sobre a política de remunerações dos órgãos sociais sido o ponto menos consensual entre os accionistas.

A declaração sobre a política de remunerações dos órgãos sociais e quadros dirigentes recebeu 9,37% de votos contra e 90,63% de votos a favor, de acordo com os dados já publicados pela Galp Energia sobre a assembleia hoje realizada na sede da empresa.

O segundo ponto menos consensual entre os investidores foi a eleição da mesa da assembleia geral para um novo mandato, de 2011 a 2013, que dá novamente a presidência deste órgão a Daniel Proença de Carvalho. Do capital representado, 97,31% pronunciou-se a favor e 2,69% esteve contra.

O aumento do número de administradores de 17 para 21 (uma proposta conjunta da Eni e da Amorim Energia, detentoras de 66,68% do capital da Galp) foi aprovada por 98,79% dos accionistas presentes, tendo a oposição de outros 1,21%.

Todos os outros pontos tiveram aprovações superiores a 99%. Com destaque para o próprio relatório e contas da petrolífera e o seu relatório de governo da sociedade, aprovados por 100% dos accionistas.

Na assembleia desta segunda-feira esteve representado 84,94% do capital da Galp Energia. À entrada para o encontro, Américo Amorim, um dos principais investidores da companhia, escusou-se a fazer declarações à imprensa.

Por agora, fica por resolver o futuro da gestão da Galp. A assembleia de hoje não votou nenhuma lista para o conselho de administração no mandato de 2011 a 2013. O actual “chairman”, Francisco Murteira Nabo, e o CEO, Manuel Ferreira de Oliveira, continuam, provisoriamente, à frente da Galp, enquanto não houver uma votação para o novo mandato.

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