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Renault fecha acordo com os sindicatos para cortar pelo menos 7.500 postos de trabalho

A fabricante francesa cortará pelo menos 7.500 postos de trabalho, o que corresponde a 15% do total de funcionários que a empresa emprega no país. Com esta medida a Renualt reduzirá os custos em 500 milhões de euros, por ano.

Rita Dias Baltazar rbaltazar@negocios.pt 13 de Março de 2013 às 20:26
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Renault consegue “acordo histórico” com os sindicatos franceses para reduzir em 15% a mão-de-obra da empresa, segundo o britânico Financial Times.

 

Após quase nove meses de negociações, o acordo estabelecido entre os dirigentes da Renault e os sindicatos levará ao fim de pelo menos 7.500 postos de trabalho. Apenas a CGT, organização sindical apoiada pelos comunistas, se absteve de apoiar o acordo.

 

Carlos Ghosn, CEO da Renault, garantiu que nenhuma fábrica da companhia será fechada no país, mantendo todas as linhas a operar, de acordo com o FT.

 

Depois de ter tecido duras críticas ao grupo PSA Peugeot Citroën, que planeia cortar 10 mil postos de trabalho e fechar uma fábrica perto de Paris, o Governo francês absteve-se de criticar a Renault. O Estado francês detém 15% da empresa liderada por Ghosn.

 

Com este acordo deverá permitir à Renault reduzir os custos em 500 milhões de euros por ano. Os trabalhadores aceitaram também um congelamento de salários em 2013 e um aumento da carga horária semanal.

 

A fabricante francesa acordou aumentar o número de veículos produzidos em França passará de 530 mil unidades para 710 mil, em 2016.

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