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Rescisões no Banco Popular podem atingir 2.592 empregados

O banco deu a conhecer o seu programa de redução da força laboral no qual espera gastar 375 milhões de euros, estimando poupanças anuais entre 175 e 200 milhões de euros.

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Paulo Zacarias Gomes paulozgomes@negocios.pt 07 de Novembro de 2016 às 10:25
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O Banco Popular anunciou este domingo um programa de rescisões voluntárias com os seus empregados que deverá chegar a 2.592 pessoas no conjunto da força laboral do Banco Popular e do Banco Pastor.


De acordo com um comunicado enviado à Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), a instituição espanhola diz ter chegado a acordo com mais de 85% dos sindicatos dos dois bancos. Em causa estão 20% dos empregados, de acordo com o Expansión. 


O processo deverá custar 375 milhões de euros ao banco e garantir poupanças anuais de entre 175 e 200 milhões de euros, mas o valor concreto "dependerá do número de empregados que se inscrevam de forma voluntária nas várias medidas contempladas no acordo", especifica a entidade.


O valor é para já menor do que os 3.000 trabalhadores apontados em Setembro pela agência Bloomberg ou os 2.800 indicados pelo Expansión. Nessa altura, fonte oficial do banco disse ao Negócios que a reestruturação em curso "poderá ter implicações em Portugal, mas desconhece-se em que medida."


A proposta feita aos sindicatos e dada a conhecer ao mercado é omissa em relação à sua aplicação a outros países - os sindicatos signatários (CCOO, UGT, Segrupo, FITC e AMYC) são todos espanhóis - e está ainda dependente da aprovação das autoridades laborais, frisa a instituição.

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