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Reservas hídricas em Portugal atingem máximo de quatro anos

As chuvas do último mês levaram as reservas hídricas para produção de energia eléctrica a atingirem em Julho o valor mais elevado dos últimos quatro anos, o que são boas notícias para a EDP, que terá que gastar menos para produzir electricidade.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 01 de Agosto de 2007 às 16:54
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As chuvas do último mês levaram as reservas hídricas para produção de energia eléctrica a atingirem em Julho o valor mais elevado dos últimos quatro anos, o que são boas notícias para a EDP, que terá que gastar menos para produzir electricidade.

A eléctrica portuguesa poupa ainda nos custos associados à compra de licenças de emissão de gases com efeito de estufa.

De acordo com dados da REN citados pela Bloomberg, as reservas hídricas para produção de energia eléctrica estavam no mês de Julho a 67,6% da sua capacidade máxima, o que representa o nível mais elevado desde Julho de 2003.

A contribuir para esta subida está o facto de o mês de Julho ter sido o mais chuvoso dos últimos 20 anos, o que ajudou a subir o nível das barragens em Portugal.

A produção de electricidade através de fontes hídricas é mais barata do que outras, como por exemplo aquela que é gerada nas centrais de ciclo combinado, a partir de combustíveis. Além disso, sempre que há anos secos, a EDP recorre mais às centrais termoeléctricas Turbogás e Tejo Energia, que produzem mais CO2, gastando um maior número de licenças.

Este aumento acaba assim por ser positivo para a EDP, a maior produtora de energia eléctrica em Portugal.

Em Julho as reservas hídricas em Portugal ascendiam a 2.082,4 GWH, 21% acima do verificado há um ano atrás.

 

 

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