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Responsável por fraude de 139 milhões no BES em Miami considera-se culpado

Howard Cantor, antigo presidente de uma empresa informática, assumiu em tribunal que é um dos responsáveis pela fraude que o Banco Espírito Santo foi alvo na sua sucursal de Miami, no valor de 170 milhões de dólares (139 milhões de euros).

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 22 de Julho de 2004 às 10:45
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Howard Cantor, antigo presidente de uma empresa informática, assumiu em tribunal que é um dos responsáveis pela fraude que o Banco Espírito Santo foi alvo na sua sucursal de Miami, no valor de 170 milhões de dólares (139 milhões de euros).

Segundo a agência de notícias Dow Jones, Cantor considerou-se culpado nas acusações, de ter participado e conspirado na fraude de que foi alvo o ES Bankest, uma «joint venture» detida pelo Grupo Espírito Santo, em 50%, e outra companhia.

Howard Cantor pode assim a ser incriminado com uma pena de prisão de 35 anos e uma multa de um milhão de dólares, sendo que a sentença vai ser conhecida a 7 de Outubro.

O ES Bankest era um banco especializado em «factoring» - cobrança de facturas. Foi nesta actividade que foram cometidas as fraudes, com Howard Cantor a admitir que forjou centenas de documentos falsos no valor de milhões de dólares.

Foram acusadas mais quatro pessoas de estarem envolvidas neste esquema fraudulento, incluindo os donos da empresa com quem o BES fez a «joint venture», cujo julgamento vai decorrer em Abril.

O Jornal de Negócios noticiou recentemente que o BES vai processar a auditora BDO Seidman por não ter detectado esta fraude.

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