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Resultados da Goldman Sachs melhores do que o esperado com ganhos de bolsa

O Goldman Sachs, que é a firma de activos mobiliários mais lucrativa da história de Wall Street, apresentou resultados que ficaram acima das estimativas mais optimistas, com a contribuição dos ganhos de operações em bolsa e de investimentos feitos com fundos do banco.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 15 de Outubro de 2009 às 12:46
O Goldman Sachs, que é a firma de activos mobiliários mais lucrativa da história de Wall Street, apresentou resultados que ficaram acima das estimativas mais optimistas, com a contribuição dos ganhos de operações em bolsa e de investimentos feitos com fundos do banco.

O resultado líquido do Goldman Sachs foi de 3,19 mil milhões de dólares, mais do que triplicando o resultado homólogo de 845 milhões de dólares.

O ganho por acção foi de 5,25 dólares, que compara com os 4,18 dólares por acção, para que apontava a média das estimativas dos analistas. A estimativa mais optimista recolhida pela Bloomberg apontava para os 4,75 dólares por acção.

O CEO e presidente administrativo do banco, Lloyd Blankfein, foi fiel ao foco no aconselhamento, investimento e “trading”, depois de ter convertido a empresa financeira num banco, para conseguir o apoio da Reserva Federal durante a crise financeira.

O aumento da exposição ao risco do mercado revelou-se compensador e as acções do banco avançaram 128%, este ano, o melhor desempenho entre os bancos dos Estados Unidos.

“Fundamentalmente, tudo está bem e provavelmente vai permanecer forte até à próxima Primavera”, disse o gestor de carteiras de investimento da Fifht Third Asset Management, Jon Fisher, que detém acções da Morgan Stanley, citado pela Bloomberg. “O risco está do lado do sentimento: consequências políticas ou expectativas demasiado optimistas no curto-prazo”, acrescentou.

As perspectivas de um nível recorde de bónus pagos no final do ano tem levado a criticas dos legisladores, mesmo depois de o banco ter pago os 10 mil milhões de dólares que recebeu do governo e respectivos dividendos ao Tesouro norte-americano.

A empresa também recebeu garantias sobre cerca de 30 mil milhões de dólares de dívida e foi um dos maiores beneficiários do plano de resgate do governo ao AIG.

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