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Negócios negocios@negocios.pt 24 de Junho de 2008 às 07:53
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Sonaecom vai para Tribunal se o Estado a excluir de fornecedora (Jornal de Negócios) A Sonaecom admite recorrer em Tribunal se a decisão da Agência Nacional de Compras Públicas (ANCP) for a de excluir a Optimus da lista de possíveis fornecedores do Estado.

É que, tal como o Jornal de Negócios noticiou ontem, o júri do concurso da ANCP para os acordos-quadros das comunicações móveis fez um relatório preliminar de análise onde dizia pretende excluir a operadora móvel da Sonaecom. Excluindo a Optimus da lista de fornecedores, a empresa do universo Sonaecom deixaria de poder fornecer serviços móveis ao Estado em futuros concursos públicos.

Especuladores responsabilizados pela escalada do petróleo (Jornal de Negócios) Os especuladores tomaram conta do mercado de futuros de petróleo. Em Janeiro de 2000, os investidores financeiros controlavam 37% dos contratos de compra do West Texas Intermediate (WTI), crude de referência dos EUA que é transaccionado em Nova Iorque.

Empresários apoiam obras públicas (Diário Económico) Os empresários portugueses acham que o Governo deve manter o actual rumo dos investimentos públicos, que consideram essenciais para o crescimento económico. Dos 20 empresários e gestores ouvidos pelo Diário Económico, nove concordam com os projectos previstos e com os 50 mil milhões que o Executivo se prepara para gastar em comboios, pontes, auto-estradas e outras obras públicas. No entanto, cinco têm reservas quanto à urgência de alguns projectos, nomeadamente a ligação ferroviária de alta velocidade (TGV) de Lisboa ao Porto.

O que o Governo quer para a nova lei do trabalho (Diário Económico) O ministro Vieira da Silva esteve ontem todo o dia reunido com as centrais sindicais e patronais à porta fechada para acertar agulhas com vista a um acordo, mas acabou por ter de adiar o desfecho do processo, que chegou a estar na agenda de hoje do primeiro-ministro, José Sócrates. Ao que o Diário Económico apurou, a negociação não foi fácil e o ministro do Trabalho terá mesmo aberto a porta a deixar cair um dos pontos mais polémicos da reforma, o despedimento por inadaptação funcional, que estava a impedir o acordo com a UGT.

Gás para uso doméstico já é mais caro do que a electricidade (Público) O preço do gás butano para consumo doméstico (GPL) já está mais caro do que a tarifa eléctrica bi-horária da EDP e caminha rapidamente para ultrapassar a tarifa simples. A diferença já ocorre em vários casos de consumo doméstico de electricidade como o Público verificou. No caso da tarifa bi-horária, a diferença real pode atingir 12,8%, como se prova pelo caso concreto utilizado.

Zapatero congela salários dos altos cargos do Estado para combater a crise em Espanha (Público) O presidente do Governo espanhol, José Luís Rodriguez Zapatero, anunciou ontem, em Madrid, o congelamento dos salários dos altos cargos da administração e a redução da oferta de emprego público. Estas acções, que entram em vigor em 2009, inserem-se num pacote de medidas para combater o que Zapatero definiu como "desaceleração económica".

Construção admite revisão de obras (Diário de Notícias) O presidente da Associação das Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) admite que o Governo pode vir a ter necessidade de rever o calendário de alguns investimentos públicos em infra-estruturas. Ricardo Gomes diz que no actual panorama internacional é função de qualquer Executivo repensar o calendário de execução das obras públicas. "Não está tanto em causa a racionalidade dos investimentos, mas sim a sua oportunidade", realçou ao DN. A ligação em alta velocidade ferroviária (TGV) Lisboa/Porto/Vigo e algumas das 11 concessões rodoviárias são os projectos que o presidente da AECOPS diz que podem ser adiados.

Governo de Ferreira Leite aprovou 4 linhas de TGV (Diário de Notícias) Apesar da contestação aos grandes projectos de obras públicas, o PSD quando esteve no Governo coligado com PP, aprovou o mais ambicioso investimento público em valor e calendário: uma rede de alta velocidade ferroviária (TGV) com quatro linhas para Espanha. Em relação à Ota, o Executivo PSD/PP congelou o novo aeroporto por não o considerar prioritário.




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