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As principais notícias de economia na imprensa diária de hoje.

Negócios negocios@negocios.pt 26 de Julho de 2004 às 08:49
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Estas são as principais notícias económicas na imprensa diária de hoje:

Autarquias sem limites para se endividar (Jornal de Negócios) O programa do Governo, que amanhã começa a ser discutido no Parlamento, reflecte uma nova orientação que coloca o crescimento económico no centro das atenções. O saneamento das finanças públicas permanece como uma aposta, mas desce na lista das prioridades.

Lucros do BES poderão crescer 11,5% impulsionados por comissões (Jornal de Negócios) O Banco Espírito Santo deverá apresentar um resultado líquido de 128,2 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, segundo a média de estimativas de um conjunto de quatro analistas sondados pelo Jornal de Negócios. Este valor representa um crescimento de 11,5% face aos 115 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2003.

Governo assume primado da economia sobre as finanças (Diário Económico) O ministro dos Assuntos Económicos e do Trabalho, Álvaro Barreto, desempenhará no Governo de Pedro Santana Lopes o papel entregue por Durão Barroso a Manuela Ferreira Leite: Barreto é o número dois do Executivo e será o rosto de uma política económica mais liberal e virada para as empresas.

Caixa quer aumentar resultados em 500 milhões até 2007 (Diário Económico) A CGD quer aumentar os seus resultados brutos, antes de assumido o serviço da dívida (EBIT) e antes de interesses minoritários, em mais de 500 milhões de euros até 2007. O objectivo, que consta do novo plano estratégicos do banco, foi avançado pela comissão executiva, liderada por Mira Amaral, numa reunião de quadros em 15 de Julho.

Concurso para controlo das contas públicas envolto em polémica (Público) A ex-ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite acolheu, a 5 de Julho passado, a sugestão do júri que dá a vitória ao consórcio SAP/NovaBase/CaseEdinfor, entre as cinco propostas pré-seleccionadas, para desenvolver a aplicação do Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP), consensualmente tido como o instrumento mais poderoso de gestão e controlo das contas públicas. Mas vários concorrentes sustentam ter o júri favorecido a proposta vencedora.

Alterações nos impostos dependem do crescimento económico (Público) O Governo pode prometer descidas de impostos, mas sem crescimento económico que as sustente, não pode haver justiça fiscal, defenderam os economistas João Salgueiro e Medina Carreira, horas antes de ser conhecido o programa de Governo, entregue sexta-feira passada ao Parlamento.

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