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Sacyr ultima acordo para resolver crise do Canal do Panamá

Grupo espanhol está aberto a negociar até o último minuto para concluir aquela que é uma das maiores obras de engenharia, diz imprensa do país vizinho.

Negócios 10 de Janeiro de 2014 às 10:37
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A Sacyr estará a preparar um acordo com a Autoridade do Canal do Panamá (ACP) para se manter à frente do contrato, noticia esta sexta-feira o jornal “Cinco Dias”, citando fontes fidedignas.

 

Segundo as mesmas fontes,  acrescenta a publicação espanhola, a intenção seria a de acordar a saída da italiana Impregilo, ao mesmo tempo da negociação da questão dos sobrecustos, e o reforço da obra com uma nova construtora.

 

De acordo com o “CincoDias”, no Panamá corre o rumor de que foi a Impreglio, que detém 48% do consórcio Grupo Unidos por el Canal (GUPC), que forçou o pré-aviso da suspensão das obras que abriu o conflito no passado dia 30 de Dezembro. Tendo em conta o prazo estipulado pelo contrato, a paralisação iria dar-se a 20 de Janeiro se a ACP não reconhecesse os sobrecustos que o consórcio estima em 1.625 milhões de dólares (1.195 milhões de euros).

 

O jornal revela ainda que representantes da seguradora Zurich, contratada pelo consórcio construtor GUPC para garantir a conclusão das obras de ampliação do Canal do Panamá, vão reunir na próxima segunda-feira com o administrador da infra-estrutura.

 

O encontro servirá para “tomar o pulso” do conflito entre a autoridade panamiana e o grupo formado pela Sacyr, Impregilo, Jan de Nul e a empresa local CUSA. Segundo o “Cinco Dias”, a Zurich responderia com 600 milhões de dólares se o consórcio se retirar da obra.

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