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Santander repudia declarações de Henrique Granadeiro

O presidente da Portugal Telecom abriu uma guerra o Santander, ao dizer que o banco era "traidor", porque aceitou financiar a OPA da Sonaecom quando tinha um conhecimento "íntimo" da PT. O braço português do maior banco da Zona Euro vem hoje responder à l

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 08 de Março de 2007 às 17:55
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O presidente da Portugal Telecom abriu uma guerra ao Santander, ao dizer que o banco era "traidor", porque aceitou financiar a OPA da Sonaecom quando tinha um conhecimento "íntimo" da PT. O braço português do maior banco da Zona Euro vem hoje responder à letra: desmente e lamenta as declarações que qualifica de "profundamente infelizes", "ofensivas" e de "despropositada gravidade".

O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom (PT) [PTC], numa entrevista à revista "Visão" considerou que o banco Santander é "um banco traidor", porque aceitou financiar a OPA da Sonaecom quando tinha um conhecimento "íntimo" da PT.

Numa nota de esclarecimento do Banco Santander Totta, este diz entender "ser seu dever esclarecer, em primeiro lugar, que está e estará sempre disponível para apoiar, sem exclusividades, os seus clientes, sejam eles grandes, médios ou pequenos, e sempre com transparência e profissionalismo, no rigoroso cumprimento das suas obrigações legais e de elevados padrões éticos, com total respeito pelo sigilo e pela defesa da informação reservada".

Em segundo lugar, esclarece a filial do banco espanhol, que só o facto das declarações de Henrique Granadeiro "terem sido proferidas em forma ofensiva do bom nome e prestígio do Santander, o levam a quebrar a sua habitual discrição de banqueiro".

É neste contexto, que o Santander "desmente e lamenta profundamente as infelizes declarações do Dr. Henrique Granadeiro".

O banco manifesta "simultaneamente o seu profundo respeito pelos seus clientes, Sonae (da qual temos sido o principal banco) e Portugal Telecom, bem como por todos os accionistas de ambos os grupos, sejam eles clientes do Banco Santander Totta ou não".

Finalmente, "e atenta a despropositada gravidade das declarações" de Henrique Granadeiro, "entende o banco repudiá-las, e informar que não têm qualquer fundamento, nem o desresponsabilizam pelo facto de terem sido proferidas no rescaldo de uma operação de elevado desgaste".

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