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Saraiva quer que «Sol» se torne no semanário português mais influente

José António Saraiva, ex-director do «Expresso», apresentou hoje o novo semanário, que estará nas bancas a 16 de Setembro. «O ‘Sol’ pretende ser, numa perspectiva mais pessimista, o maior e mais influente semanário português dentro de três anos», promete

Daniel Vaz danielvaz@mediafin.pt 03 de Maio de 2006 às 14:52
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José António Saraiva, ex-director do «Expresso», apresentou hoje o novo semanário, que estará nas bancas a 16 de Setembro. «O ‘Sol’ pretende ser, numa perspectiva mais pessimista, o maior e mais influente semanário português dentro de três anos», promete Saraiva.

O novo jornal sairá as sábados, tal como o «Expresso» e terá um preço de capa de 2 euros. «Este não é um projecto contra ninguém. Não estamos voltados para o passado, mas sim o futuro. Queremos afirmar-nos pela positiva», afirma o director do «Sol», que lidera uma equipa constituída pelos três ex-jornalistas do «Expresso» José António Lima (director-adjunto), Mário Ramires (subdirector e responsável pelo caderno principal) e Vítor Raínho (subdirector e editor da revista do jornal, a "Tabu").

O «Sol» será constituído por um caderno principal, em que se destacam as categorias de «política e sociedade», onde Saraiva escreverá a sua crónica, que recebe agora o nome de «Política a Sério».

As cores irão distinguir as diferentes secções. «Vamos ter colunistas de renome, dos quais depois falarei», acrescenta. Felícia Cabrita irá coordenar a secção semanal de «Investigação».

Um destacável de economia «Confidencial», a revista «Tabu» e o Guia «Essencial» são os outros conteúdos que dão corpo ao jornal. O primeiro número estará à venda com 100 mil exemplares. A expectativa é ter uma média de 50 mil exemplares no fim do primeiro ano.

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