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S+C faz mais-valia de 15,2 milhões com acordo com a Castel

Negócio da venda de parte da Sumol+Compal Marcas ao grupo francês vai implicar reestruturação da área internacional. Negócio vai ser levado a assembleia-geral de accionistas no próximo dia 9 de Dezembro.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 14 de Novembro de 2014 às 21:13
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A operação de venda de 49,9% da Sumol+Compal Marcas (SCM) ao grupo Castel, por 88,2 milhões de euros, vai representar uma mais-valia de 15,2 milhões de euros à cotada Sumol+Compal SA, anunciou a administração da "holding" portuguesa ao mercado, esta sexta-feira.

 

Em comunicado emitido no "site" da CMVM, a gestão da S+C explica que "a compra e venda de acções representativas de 49,9% do capital social e das prestações acessórias da Sumol+Compal  Marcas" será realizada pelo preço global de 88,2 milhões de euros, "a pagar integralmente até 10 dias após a verificação de todas as condições suspensivas.  E que, "com esta alienação, a mais-valia estimada" para o grupo S+C é de "cerca de 15.244.615euros."

 

O acordo com a compradora Copagef, do grupo Castel, implicará ainda algumas mudanças no que é o universo S+C, nomeadamente com a participada Sumol+Compal Internacional, que integra o negócio com o grupo francês.

 

Assim, "previamente ao fecho" da venda de 49,9% da SCM, esta empresa "adquirirá 90% do capital social, e respectivas prestações acessórias, da Sumol+Compal  Internacional à S+C" por 3,74 milhões de euros. Passará a deter, desta forma, "a totalidade do capital social" da Sumol+Compal Internacional.  

 

Até porque, explica em comunicado, a S+C "tem a expectativa de que esta alteração na estrutura accionista da SCM contribua para um desenvolvimento significativo das principais marcas do grupo nalguns mercados africanos".

 

A operação, que terá ainda que ser "submetida à aprovação da Autoridade da Concorrência" pode vir a "estar concluída até ao final do primeiro trimestre de 2015", estima a gestão da S+C.

 

Até lá, no dia 9 de Dezembro, haverá uma assembleia-geral de accionistas, também marcada esta sexta-feira, onde este negócio será analisado e levado a votação.

 

"A concretização da transacção está sujeita a um conjunto de condições suspensivas", explica a administração da fabricante de sumos e néctares, "a primeira das quais é de que a concretização da transacção será submetida à assembleia-geral da Sumol+Compal, com vista à respectiva aprovação pelos seus accionistas.

 

Cotada na praça de Lisboa – onde fechou no último dia em que negociou (12 de Novembro) nos 1,12 euros – a S+C SA é detida em 81% pela Refrigor (liderada por Sérgio Pires Eusébio, na foto) e em 10,5% pelo Fundo de capital de Risco do grupo Caixa Geral de Depósitos.

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