A carregar o vídeo ...
Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Se o seu filho de 12 anos sai à noite, já há transporte

A Carrinho de Esferas transporta cerca de 600 crianças por dia para as escolas de Lisboa, mas não quer ficar por aqui. Além de serviços ocasionais para festas e discotecas, o turismo é uma actividade que interessa à empresa. Mas para isso precisa de parceiros.

Alexandra Noronha anoronha@negocios.pt 30 de Julho de 2008 às 00:01
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...
A Carrinho de Esferas transporta cerca de 600 crianças por dia para as escolas de Lisboa, mas não quer ficar por aqui. Além de serviços ocasionais para festas e discotecas, o turismo é uma actividade que interessa à empresa. Mas para isso precisa de parceiros.

Quando já aparecem empresas que transportam crianças de 12 e 13 anos para festas e discotecas pode dizer-se que é um sinal dos tempos... A Carrinho de Esferas presta esse serviço, nascido do contacto diário com cerca de 600 crianças que os motoristas da empresa levam à escola todos os dias.

Além disso, "transportamos mais 500 crianças em serviços não regulares", explica Rui Pedro Cardoso, gestor, accionista e outras coisas mais da Carrinho de Esfera. "A empresa existe desde 2001, começou comigo a conduzir de manhã, e a minha mulher à tarde. Foi um segundo emprego", diz o antigo produtor gráfico de jornais. Agora tem 25 carros, 27 motoristas e outras tantas acompanhantes, a que chama "hospedeiras".

O principal negócio da empresa, que neste momento actua apenas na Grande Lisboa, é o transporte diário de crianças para as escolas. "Transportamos crianças dos 18 meses para cima. Ao chegar aos 10 ou 12 anos começam a ser autónomas e já não querem muito andar connosco. E começam a andar noutro tipo de serviços, para deslocação de grupos". Um nicho a que Rui Pedro Cardoso está atento, mas não é o único.

O responsável confessa que anda à procura de investidores para fazer crescer o negócio, até porque o transporte de crianças continua a pesar cerca de 90% na facturação da empresa. "Precisávamos de um parceiro que nos pudesse fazer uma injecção de capital. Um banco ou um grande grupo que ache este nicho interessante", explica Rui Pedro Cardoso. E justifica a estratégia. "Para apostar a sério era no turismo. Mas precisávamos de um investidor. É outro tipo de carros, outra metodologia de trabalho".

logo_empresas
Ver comentários
Outras Notícias