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Sector de reparação de telemóveis deverá cair 20% a 30%

O sector da reparação de telemóveis deverá sofrer uma quebra de 20% a 30% este ano. «O facto de hoje os telemóveis serem mais fiáveis e de haver uma maior agressividade comercial dos operadores tem contribuído para esta situação», disse hoje José Faria, d

Filipa Lino flino@negocios.pt 24 de Junho de 2004 às 15:00
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O sector da reparação de telemóveis deverá sofrer uma quebra de 20% a 30% este ano. «O facto de hoje os telemóveis serem mais fiáveis e de haver uma maior agressividade comercial dos operadores tem contribuído para esta situação», disse hoje José Faria, director Keylab, à margem de um encontro com jornalistas. A Keylab é uma empresa do grupo Setcom que faz em exclusivo a gestão do serviço pós-venda da Nokia Portugal.

Segundo este responsável a empresa tem a possibilidade para reparar 500 equipamentos por dia e neste momento tem uma média de 250, ou seja, está a utilizar metade da sua capacidade.

José Faria diz que este facto, contudo, não implica uma redução ao nível do quadro de pessoal uma vez que este é um sector sazonal por isso a Keylab recorre ao «outsorcing».

Por outro lado, Paulo Moura, director de marketing da Nokia Portugal, referiu no mesmo encontro que a marca tem uma preocupação especial com o mercado paralelo da reparação. Segundo este responsável existe uma quantidade significativa de agentes não autorizados a funcionar no mercado, o que, «contribui para denegrir a imagem da Nokia».

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