Tecnologias Serviços de informações dos EUA alertam empresas para espionagem eletrónica

Serviços de informações dos EUA alertam empresas para espionagem eletrónica

O Centro Nacional de Cibersegurança (NCSC, na sigla em inglês) dos EUA enviou recomendações, escritas e em vídeo, para várias empresas, espalhadas pelo território norte-americano.
Serviços de informações dos EUA alertam empresas para espionagem eletrónica
Correio da Manhã
Lusa 08 de janeiro de 2019 às 01:23

Serviços de informações dos Estados Unidos da América lançaram na segunda-feira uma campanha que visa levar as empresas norte-americanas a protegerem-se contra os ataques cibernéticos feitos por governos estrangeiros, como os da Federação Russa ou China.

 

O Centro Nacional de Cibersegurança (NCSC, na sigla em inglês) dos EUA enviou recomendações, escritas e em vídeo, para várias empresas, espalhadas pelo território norte-americano.

 

Esta campanha é realizada depois de um ataque de piratas informáticos a uma base de dados do grupo norte-americano de hotelaria Marriott, durante o qual os piratas acederam aos dados de mais de cinco milhões de passaportes.

 

Washington acusou Pequim de ser responsável por este ciberataque.

 

Entidades estrangeiras apoiadas pelos seus governos "penetram regulamente nos servidores informáticos do setor privado para roubar dados pessoais", denunciou o diretor do NCSC, William Evanina, em comunicado.

 

"Estes ataques, persistentes e agressivos, custam ao nosso país a sua vantagem económica, empregos e milhares de milhões de dólares", afirmou.

 

Segundo o NCSC, adversários económicos e políticos dos EUA, como a China, a Federação Russa, o Irão ou a Coreia do Norte, são os responsáveis por estes ataques.

 

Nas suas recomendações, o NCSC previne em particular contra o 'phishing', uma técnica que permite enganar os utilizadores oferecendo-lhe uma assistência técnica ou falsas esperanças de ganhos financeiros para acederem à sua identificação pessoal.

 

Os alertas da NCSC estenderam-se aos norte-americanos no estrangeiro.

 

"No estrangeiro, não permitam intimidades eletrónicas. As redes 'wi-fi' são regularmente vigiadas pelos serviços de segurança, entre outros, que podem introduzir programas para obter informação no vosso aparelho", avisou a NCSC.

 




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