Indústria Sisma constrói nova fábrica e cria mais 30 empregos na Maia

Sisma constrói nova fábrica e cria mais 30 empregos na Maia

A Garcia, Garcia está a construir a nova unidade industrial da Sisma, marca da empresa de maquinação Sá Couto & Monteiro, que vai duplicar a sua capacidade de produção na Maia e criar mais três dezenas de postos de trabalho.
Sisma constrói nova fábrica e cria mais 30 empregos na Maia
A nova unidade industrial da Sisma está a ser construída ao lado das actuais instalações da empresa, na Maia.
Rui Neves 20 de fevereiro de 2018 às 12:56

Ao lado das suas actuais instalações, na Maia, a Sisma está a edificar uma nova unidade industrial, com mais de quatro mil metros quadrados de área de construção, que irá acolher as áreas de produção e de escritórios, ficando o edifício original destinado a armazenagem e actividade de suporte ao sector produtivo.  

 

Com conclusão prevista para Maio, a nova fábrica da Sisma, marca através da qual a empresa Sá Couto & Monteiro está presente no mercado e cujo ‘know-how’ é a maquinação CNC ("computer numeric control") de precisão em série direccionada para a indústria, pretende duplicar a sua capacidade de produção, actualmente na ordem de um milhão de peças por mês.

 

"Este incremento visa fomentar a capacidade de resposta da empresa face à procura existente no mercado pelos seus produtos, que vão desde componentes para equipamentos eléctricos e electrónicos, a peças para trens de aterragem de aviões, passando por dispositivos médicos e ortodônticos, peças para o sector óptico, entre outros", detalha, em comunicado, a Garcia, Garcia, construtora especializada no "design & build" de edifícios industriais e logísticos e que foi a escolhida para construir a nova fábrica da Sisma.

 

Na concepção do novo edifício industrial da Sisma, a Garcia, Garcia destaca que "foi dada particular atenção à sustentabilidade, para a qual irá contribuir a utilização de soluções que potenciam a eficiência energética e a minimização da pegada ambiental", como, por exemplo, "a cobertura tipo ‘shed’, com chapas de luz em todas as suas áreas verticais, o que irá favorecer a iluminação natural, o sistema de produção de energia eléctrica através de painéis fotovoltaicos e o tratamento e reaproveitamento de águas pluviais para consumo industrial e sanitário".




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