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CaixaBank: Solução para Angola “é uma decisão do BPI”

A necessidade de o BPI reduzir a sua exposição a Angola “é uma decisão do banco” de Fernando Ulrich, aponta Gonzalo Gortázar, em declarações ao Negócios. O presidente executivo do CaixaBank garante que o grupo catalão “participará na tomada de decisão” do BPI como outro accionista.

Reuters
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"É uma decisão do BPI". É desta forma que o presidente executivo do CaixaBank vê a forma como o banco liderado por Fernando Ulrich vai ter de resolver o excesso de exposição ao mercado angolano, uma necessidade decorrente das exigências de supervisão do Banco Central Europeu (BCE).

 

"Temos de separar os dois âmbitos. O CaixaBank e a sua oferta sobre o BPI é uma coisa. Já a questão do BFA é uma decisão do BPI. O BPI deve analisar a operação tendo em conta o problema da concentração de riscos" em Angola, resultante das novas regras do BCE. "O CaixaBank participará na tomada decisão", no âmbito da sua participação na administração do banco, adiantou Gonzalo Gortázar, em declarações telefónicas ao Negócios.

 

O banqueiro espanhol aproveitou para elogiar a evolução de Angola e do BFA, banco angolano controlado em 50,01% pelo BPI, nos últimos anos. "Angola é um país com uma trajectória notável, com um grandíssimo futuro. No curto prazo, sofrerá o impacto negativo da queda do preço do crude. O BPI fez um grande trabalho em Angola, com o BFA", sublinhou.

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