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Sonae Capital passa de perdas a lucros nos primeiros nove meses do ano

A empresa liderada por Cláudia Azevedo registou uma quebra de 10,1% nas receitas entre Janeiro e Setembro, devido sobretudo aos segmentos de resort e energia.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 29 de Outubro de 2015 às 21:25
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A Sonae Capital reportou um resultado líquido atribuível aos accionistas da casa-mãe de 2,05 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, contra perdas de 7,73 milhões no período homólogo de 2014, informou a empresa no seu comunicado sobre os resultados publicado na CMVM.


Para esta redução dos prejuízos contribuiu, segundo a empresa, a melhoria do EBITDA, bem como a performance ao nível dos resultados financeiros em virtude do menor nível de endividamento líquido e das menores taxas de juro.


O EBITDA consolidado ascendeu a 20,38 milhões de euros, mais do dobro do nível atingido entre Janeiro e Setembro do ano passado, com todos os segmentos a apresentarem performances positivas: Resorts, +22,0%; Hotelaria, +39,0%; Fitness, +14,2%; Energia, +9,5%; e Refrigeração & AVAC, +1,88 milhões de euros.


Em contrapartida, o volume de negócios diminuiu 10,1%, para 48,9 milhões de euros, devido nomeadamente a uma redução de 27,5% no segmento de resorts, para 10,20 milhões de euros, "fruto do menor número de escrituras, apesar do mix mais favorável".


"Durante o terceiro trimestre de 2015 foram realizadas 7 escrituras sobre unidades imobiliárias no troiaresort (comparativamente às 13 registadas no mesmo período de 2014), a que devem ser acrescidos 17 contratos promessa de compra e venda e reservas em stock", salienta o documento.


A penalizar as receitas esteve também o segmento de energia, cujas receitas caíram 11,7% para 40,30 milhões de euros.


"Os resultados alcançados nos primeiros nove meses do ano confirmam o nosso compromisso e empenho na implementação da estratégia definida, assumindo particular relevância o atingir de resultados líquidos positivos", diz a CEO no relatório sobre os resultados.


Cláudia Azevedo sublinha ainda que "a alienação de diversos activos imobiliários e financeiros, no montante global de aproximadamente 39 milhões de euros, aliado à performance operacional de cada um dos negócios, permitiu uma redução significativa (49,8 milhões) dos níveis de dívida líquida".


"A contínua melhoria da posição competitiva de cada um dos negócios continuará a ser um dos principais desígnios e alvo do esforço de actuação de toda a equipa ao longo de 2015", conclui a presidente executiva da Sonae Capital.



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