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Sonae perdeu 70 a 80% do tempo à espera de decisões para Tróia

O Grupo Sonae, através da sua participada Torralta, esperou oito anos para iniciar o seu projecto Tróia Resort para a Península de Tróia. O seu presidente diz que «perdeu-se 70 a 80% do tempo à espera de decisões dos vários governantes».

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 08 de Setembro de 2005 às 18:41
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O Grupo Sonae, através da sua participada Torralta, esperou oito anos para iniciar o seu projecto Tróia Resort para a Península de Tróia. O seu presidente diz que «perdeu-se 70 a 80% do tempo à espera de decisões dos vários governantes».

Belmiro de Azevedo, que discursava após a implosão das duas torres em Tróia, sublinhou que estes oito anos foram de «burocracia pura», acrescentando que também foi muito tempo para o «management da Sonae».

O Grupo Sonae, que adquiriu os créditos da Torralta em 1997, manifestando o interesse em desenvolver um projecto turístico para a região, considera, nas palavras de Belmiro de Azevedo, que «não há muitos empresários que tenham paciência para que se demore tanto tempo».

Belmiro reiterou que o Tróia Resort, onde vão ser investidos mais de 300 milhões de euros, «é um grande e inovador projecto» e a Sonae «tem fugido de projectos monótonos e de elevado proteccionismo interno».

O presidente da Sonae considerou que os investimentos a desenvolver na Península de Tróia, não só pela Sonae, mas também de outros grupos como o Pestana e Grupo Espírito Santo, são um potencial de riqueza, de geração de postos de trabalho e que através dos seus impostos, vão ser um instrumento essencial para a redução do défice.

As torres Verde Mar e T04 foram implodidas às 16h00 de hoje através do gesto simbólico do primeiro-ministro, José Sócrates, que accionou o detonador dos explosivos.

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