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Sonae prepara novos projectos para o turismo

O Grupo Sonae poderá expandir o seu negócio na área do turismo, estando a analisar projectos de norte a sul do país, referiu Belmiro de Azevedo durante a cerimónia de implosão das duas torres em Tróia.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 08 de Setembro de 2005 às 18:53
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O Grupo Sonae poderá expandir o seu negócio na área do turismo, estando a analisar projectos de norte a sul do país, referiu Belmiro de Azevedo durante a cerimónia de implosão das duas torres em Tróia.

Belmiro de Azevedo adiantou que tem expectativa «em relação à procura de outros projectos de turismo no país» e nesse sentido já deu o primeiro passo ao adquirir a totalidade do capital da Soltróia.

Esta empresa, já controlada maioritariamente pelo Grupo Sonae, é responsável pelas Unidades Operativas de Planeamento (UNOP) 6, 7, 8 e 9. A Península de Tróia está divida em nove UNOP.

O presidente da Sonae, neste sentido, adiantou estar a fazer um grande esforço para recuperar tempo perdido e avançar também com os projectos da responsabilidade desta sua subsidiária.

Belmiro de Azevedo acrescentou ainda que, apesar das parcerias já realizadas para o desenvolvimento do projecto Tróia Resort, com o Grupo Amorim, afirmou que «vamos fazer mais, para fazer mais depressa, pois uma quadrilha puxa melhor que um cavalo sozinho».

O Grupo Sonae já estabeleceu parcerias com o Grupo Amorim para a concessão de jogo em Tróia, onde vai ser construído um casino, e também com o Grupo Pestana, para o desenvolvimento da UNOP 5.

O Tróia Resort contempla um investimento de mais de 300 milhões de euros, que vai alterar para sempre aquelas paisagens. Os 1.055 hectares da Península de Tróia estão divididos entre as propriedades da Torralta, Soltróia e Grupo Pestana, prevendo-se mais de 7.430 camas turísticas e residenciais.

Eufrázio Filipe, presidente da Região de Turismo da Costa Azul, avançou ao Jornal de Negócios que, em 2005, o Litoral Alentejano terá cerca de 2.900 camas, tendo em conta as cerca de 250 mil dormidas. Nos próximos dez anos, a previsão é de cerca de 37 mil novas camas para a região.

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