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Sonae rejeita «braço de ferro» com Governo no modelo de privatização da Portucel

A Sonae rejeita a informação segundo a qual existiria um «braço de ferro» com o Governo quanto ao modelo a seguir no âmbito da reprivatização da Portucel, reforçando a ideia de que nenhuma fonte oficial terá tomado qualquer posição nesta matéria.

Bárbara Leite 07 de Novembro de 2003 às 17:48
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A Sonae rejeita a informação segundo a qual existiria um «braço de ferro» com o Governo quanto ao modelo a seguir no âmbito da reprivatização da Portucel, reforçando a ideia de que nenhuma fonte oficial terá tomado qualquer posição nesta matéria.

A empresa liderada por Belmiro de Azevedo nega, desta forma, ter defendido oficialmente ou fonte por si autorizada, que o processo de privatização da Portucel deveria seguir em oferta pública de venda inicial (OPV), com direito de preferência para os accionistas.

O Governo assumiu, em Conselho de Ministros, a venda directa de um bloco indivisível de 30% do capital da Portucel, depois do primeiro modelo adoptado -aumento de capital por subscrição reservado ao parceiro escolhido no processo de privatização- ter sido chumbado na assembleia geral de accionistas. O Governo elaborada agora o caderno de encargos da reprivatização, tendo excluído, ontem à tarde, que o mesmo preveja uma OPV, posição defendida por Osório de Castro, representante da Sonae, à margem da AG.

«A decisão do Governo de prosseguir o processo de privatização da Portucel, com base no definido no decreto-lei nº6/2003, não mereceu qualquer comentário da Sonae, ou de fonte por si autorizada.

De modo, a Sonae «reitera a sua disponibilidade para colaborar com o accionista maioritário na procura das soluções que melhor sirvam o interesse da Portucel».

As acções da Sonae encerraram nos 0,61 euros, a cair 1,06%, enquanto a Portucel encerraram inalterados nos 1,33 euros.

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