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Sonae sem “hipótese” de maior exposição no Brasil

A Sonae considera difícil reforçar a sua exposição no mercado brasileiro, face à situação tributária e conjuntural daquele pais, onde está em praticamente todos os seus negócios.

Bárbara Leite 10 de Fevereiro de 2004 às 14:23
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A Sonae considera difícil reforçar a sua exposição no mercado brasileiro, face à situação tributária e conjuntural daquele pais, onde está em praticamente todos os seus negócios.

"O Brasil continua a ser o nosso segundo país, mas é difícil ter uma exposição maior", naquele mercado, disse Paulo Azevedo, presidente da Sonaecom e administrador da Sonae, à margem do encontro "Compromisso Portugal".

Este responsável defende que o grupo mantém "rácios muito bons no Brasil", mas admite não ter tido massa critica para entrar no Estado de São Paulo, no segmento de distribuição.

Estas declarações seguem as recentes de seu pai, que se mostrou desapontado com os investimentos no retalho brasileiro, devido à elevada carga tributária e políticas do Governo.

Para Paulo Azevedo, as dificuldades do sector retalhista no Brasil "não resultam de problemas de gestão. É a sonegação de impostos e as altas taxas de juro", que dificultam os negócios.

Paulo de Azevedo não quis no entanto comentar publicamente as hipóteses que estão a ser analisadas para os investimentos no Brasil.

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