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Sonae SGPS sobe 1,92% após venda de 4,89% da Portucel

A Sonae SGPS alienou 4,89% da Portucel, por cerca de 49 milhões de euros, garantindo uma mais valia de 7,6 milhões de euros, e reduzindo a sua participação na papeleira para 25%, anunciou a empresa.

Negócios negocios@negocios.pt 02 de Outubro de 2003 às 11:55

A Sonae SGPS alienou 4,89% da Portucel, por cerca de 49 milhões de euros, garantindo uma mais valia de 7,6 milhões de euros, e reduzindo a sua participação na papeleira para 25%, anunciou a empresa.

A Sonae SGPS alienou 4,89% da Portucel, por cerca de 49 milhões de euros, garantindo uma mais valia de 7,6 milhões de euros, e reduzindo a sua participação na papeleira para 25%, anunciou a empresa.

Em comunicado, a Sonae SGPS esclarece que «através da participada integralmente detida Sonae Wood Products BV alienou hoje no mercado de cotações oficiais da Euronext Lisboa 37.500.000 acções representativas de 4,89% do capital social da participada Portucel SA».

Com esta operação, a Sonae SGPS garantiu um encaixe de 49 milhões de euros, o que se vai traduzir numa mais valias nas contas consolidadas da empresa de 7,6 milhões de euros.

A Sonae Wood Products reduziu, assim, a sua participação na Portucel para 25% do capital e dos direitos de voto.

A Sonae terá vendido esta posição como forma de eventualmente poder votar com uma minoria de bloqueio na assembleia geral de accionistas da Portucel que ocorrerá a 14 de Outubro. Esta reunião vai deliberar o aumento de capital de até 25% do capital da papeleira para ser subscrito por um parceiro estratégico escolhido no âmbito do processo de privatização. O consórcio Cofina/Lecta é tido o potencial vencedor do bloco de 25% do capital da Portucel.

A Sonae SGPS que controlava 29%, só poderia votar na AG com 25%, ao abrigo da blindagem de estatutos. Com esta venda, a empresa de Belmiro de Azevedo poderá contornar esta limitação e votar com a totalidade do capital na AG.

Jorge Armindo preocupado com eventual bloqueio da AG

Em entrevista ao programa Linha de Crédito/Jornal de Negócios, Jorge Armindo, presidente da Portucel mostrou-se preocupado com o eventual bloqueio na decisão em AG.

Para o presidente da Portucel, este processo de entrada do novo accionista é fundamental para a estratégia da empresa.

As acções da Sonae cotavam nos 0,53 euros, a subir 1,92%, enquanto a Portucel cotava inalterada nos 1,31 euros.

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