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Startups representam 6,5% do tecido empresarial em Portugal

Todos os anos são criadas, em média, 30.481 empresas em Portugal. Mas, mais de 20% delas nunca chega a arrancar.

David Paul Morris/Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 08 de Novembro de 2013 às 15:36
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Em Portugal, as startups representam 6,5% do tecido empresarial e 18% do novo emprego. São algumas das conclusões de uma “radiografia” feita pela Informa D&B às jovens empresas portuguesas, que ganham cada vez mais peso na dinamização da economia nacional.

 

Em média, constituem-se 30.481 empresas por ano, no País, mas apenas 22 mil (74%) iniciam, efectivamente, a sua actividade, o que significa que mais de 20% das empresas constituídas em cada ano nunca chega a arrancar. As startups envolvem uma média de 46 mil pessoas e de 2600 empresas por ano.

 

De acordo com o estudo da Informa D&B, os serviços e o sector da agricultura, pecuária, pesca e caça são os que registam maior aumento de constituições de empresas ao longo dos cinco períodos analisados (2006, 2008, 2010, 2012 e 1º trimestre de 2013)

 

Nos primeiros três meses deste ano, 30,2% das novas empresas pertenciam ao sector dos serviços, 17,2% ao retalho e 10,7% ao sector da restauração e alojamento.   

 

Já as actividades imobiliárias e o sector da construção são os sectores onde se regista uma maior queda na percentagem de constituição de sociedades.

 

Nas empresas, a taxa de sobrevivência diminui à medida que a idade avança, sendo os primeiros anos especialmente importantes para a sobrevivência das startups. Ao fim de três anos, menos de 50% apresenta actividade. Ao quinto ano, a taxa de sobrevivência é de 40%. Entre 2006 e 2010, a taxa de sobrevivência das empresas foi diminuindo gradualmente.

 

No ano do nascimento, o tamanho médio das startups ronda os 85 mil euros e os 2,5 empregados. No fim do segundo ano completo, o volume de negócios já triplicou e o número de empregados aumentou em 50%. O número de empregos aumenta significativamente até ao quarto ano e estabiliza, geralmente, no quinto ano de actividade.

 

 

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