Aviação TAP prevê renovação da frota da Portugália até 2016

TAP prevê renovação da frota da Portugália até 2016

Fernando Pinto, presidente da companhia, admite que no seu plano para a empresa, até 2016, está previsto "a renovação gradual da frota" da Portugália.
TAP prevê renovação da frota da Portugália até 2016
Ana Torres Pereira 22 de dezembro de 2013 às 22:55

A frota da TAP vai aumentar em 2014. A companhia aérea de bandeira já fechou o acordo para receber seis novos aviões: dois de longo curso e quatro de médio curso. Agora, Fernando Pinto, presidente da companhia, admite que no seu plano para a empresa, até 2016, está previsto "a renovação gradual da frota" da Portugália.

 

A TAP há muito que havia feito a sua encomenda de A350 XWB para substituir os seus A340, aviões de longo curso que já contam com cerca de 20 anos. Contudo, com o atraso da Airbus, os novos aviões só deverão chegar a Portugal depois de 2017. Mas o crescimento da companhia aérea e a interrupção da privatização levou a administração da companhia a prosseguir os planos de investimento no aumento da frota. Assim, na segunda metade deste ano, a administração da TAP começou a negociar o "leasing" operacional de alguns aviões, para crescer. Resultado disso é a vinda de seis novos aviões em 2014 e o lançamento de 10 novos destinos.

 

E, apesar de centrar a sua atenção na frota da TAP, Fernando Pinto, em resposta aos trabalhadores, admitiu que a envelhecida frota da Portugália está no radar da administração. "O nosso plano de negócios até 2016 prevê a substituição gradual da frota da PGA", disse o gestor, em resposta às questões colocadas pelos trabalhadores, citado no jornal interno da companhia. Fernando Pinto acrescentou que a TAP tem "estudos que mostram alternativas interessantes, mas é importante notar que os actuais Embraer 145 e Fokker 100 têm servido muito bem o tipo de operação de que a TAP necessita, ou seja, a alimentação de rotas de pequeno/médio potencial, com óptimos resultados".

 

A PGA tem actualmente seis Fokker 100, oito Embraer 145Private e dois Beechcraft 1900D. Fernando Pinto, na mesma publicação, esclareceu que a companhia tem "analisado também a possibilidade de substituição dos dois Beechcraft, o que poderá ocorrer num prazo menor".

Quanto a resultados, o gestor reiterou que quer crescer de forma mais agressiva, prevendo chegar a um aumento de 5% a 5,5% no tráfego. E em relação à operação no Brasil, "a nossa expectativa é que a partir de 2015 a empresa já esteja a trabalhar, pelo menos, em níveis equilibrados".




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