Aviação TAP quer começar a voar para o Canadá em 2018

TAP quer começar a voar para o Canadá em 2018

A TAP quer voar para o Canadá em 2018, o que será possível com a chegada dos primeiros de 53 aviões comprados pela companhia aérea portuguesa à Airbus, anunciou esta quarta-feira o administrador Trey Urbahn.
TAP quer começar a voar para o Canadá em 2018
Lusa 06 de abril de 2016 às 18:20

"Está no plano voar para o Canadá, mas ainda não está fechado quando", afirmou o administrador da TAP, na exposição de interiores de avião, a decorrer em Hamburgo, onde foi anunciado que a companhia aérea portuguesa vai ser a primeira a operar o novo avião A330 [neo].


Em declarações aos jornalistas, Trey Urbahn explicou que o reforço da frota, com a chegada dos primeiros aviões prevista para o último trimestre de 2017, vai permitir expandir a rede servida pela TAP, sendo o Canadá uma das prioridades da companhia liderada por Fernando Pinto.


Sem precisar uma data para o início da operação para o Canadá, o administrador explicou que o objectivo é começar com ligações a Montreal, com aviões mais pequenos (o A320), devendo numa segunda fase assegurar ligações a Toronto.


No interior da cabine Airspace, que vai equipar as novas aeronaves A330-900neo, o administrador da TAP explicou que ter sido a companhia escolhida para realizar o primeiro voo será muito positivo: "Todos os operadores vão estar a olhar para o primeiro avião".


Os aviões A330-800neo e A330-900neo são os dois novos aviões da Airbus lançados em Julho de 2014, cujas primeiras entregas estão previstas começar no final de 2017.


Em Novembro de 2015, a TAP anunciou a encomenda à Airbus de 53 aviões Widebody e de corredor único, entre os quais 14 A330-900neo e 39 A320neo, substituindo a encomenda anteriormente feita de 12 A350 pelos A330 neo.


A administração da TAP recusou dar valores do investimento na renovação da frota, mas, a preço de catálogo, os 14 aviões A330-900 neo representam um investimento superior a 3.500 milhões de euros, uma vez que cada aeronave destas custa 287 milhões de dólares (253 milhões de euros), a preço de catálogo, que depois é renegociado em cada contrato. 




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