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Teixeira Duarte estima manter lucros de 2003 nos 21 milhões de euros

A Teixeira Duarte, maior construtora nacional, espera obter lucros de 21 milhões de euros este ano, igualando o valor obtido em 2002, embora perspective uma quebra nos proveitos operacionais para 750 milhões de euros.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 28 de Abril de 2003 às 11:22
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A Teixeira Duarte, maior construtora nacional, espera obter lucros de 21 milhões de euros este ano, igualando o valor obtido em 2002, embora perspective uma quebra nos proveitos operacionais para 750 milhões de euros.

No Relatório e Contas de 2002 a Teixeira Duarte [TXDE] afirma que «as perspectivas para 2003, se considerarmos todas as variáveis e as tantas incertezas que se deparam no horizonte, obrigam-nos a ser bastante prudentes».

Os lucros perspectivados para 2003 são iguais aos obtidos em 2002, ano em que a empresa realizou uma provisão financeira de 8,5 milhões de euros para fazer face à desvalorização das acções do Banco Comercial Português e da redução do capital da participada Web Lab-

Sem esta provisão dos lucros de 2002 da Teixeira Duarte teriam subido 43,6% para 29,5 milhões de euros. O ano passado os proveitos operacionais aumentaram para 795 milhões de euros, 9% acima do previsto pela empresa.

«Estabelecemos como objectivos para 2003 um volume de proveitos operacionais de 750 milhões de euros para o grupo, com um resultado líquido de 21 milhões de euros e uma produção de 450 milhões de euros para a casa matriz Teixeira Duarte».

A Teixeira Duarte tem na construção o seu principal negócio, mas também actua na área de combustíveis, imobiliário, hotelaria e comércio alimentar. No final de 2002 a empresa tinha participações financeiras avaliadas em 478 milhões de euros, mais 2,3% que em 2001, destacando-se a posição de controlo na Cimpor e 2,29% do Banco Comercial Português.

Em relação ao aumento de capital do maior banco privado nacional a Teixeira Duarte afirma que entendeu acompanhar a operação subscrevendo acções também no rateio, convicta que a sua postura, «não especulativa mas antes de investidores a longo prazo, justifica uma vez mais esse investimento numa entidade mais que credível».

Em 2002 a Teixeira Duarte fez uma provisão de 6,6 milhões de euros para repercutir a queda das acções do BCP em Bolsa.

A Teixeira Duarte, que integra o índice PSI20, seguia a subir 1,41% para os 0,72 euros.

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