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TramCroNe nega envolvimento na venda de edifícios dos CTT             

A TramCroNe (TCN) emitiu hoje um comunicado a negar o seu envolvimento "em qualquer negócio relacionado com a venda de edifícios dos CTT, nomeadamente em Coimbra e em Lisboa".

Filipe Paiva Cardoso filipecardoso@mediafin.pt 06 de Março de 2008 às 15:31
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A TramCroNe (TCN) emitiu hoje um comunicado a negar o seu envolvimento "em qualquer negócio relacionado com a venda de edifícios dos CTT, nomeadamente em Coimbra e em Lisboa".

O comunicado surgiu depois de notícias ontem avançadas terem dado conta de uma operação de buscas lançada pela Polícia Judiciária para uma investigação sobre a venda de dois prédios dos Correios em 2003.

A TCN aponta no seu comunicado que "nunca teve nem tem qualquer participação societária na empresa denominada Demagre que transaccionou os referidos edifícios, nem esta empresa pertence ou alguma vez pertenceu ao Grupo TCN".

Este desmentido da TCN surge também porque, ontem, foi apontado que a Demagre, empresa que adquiriu e revendeu os prédios dos CTT em questão, fazia parte do grupo TCN.

O grupo esclarece ainda que apenas "prestou serviços a Demagre nas obras de reconversão do edifício dos CTT de Coimbra" e que "está inteiramente à disposição das autoridades portuguesas para prestar todos os esclarecimentos que forem considerados necessários".

O comunicado vem assinado por Júlio Macedo, presidente do conselho de administração da TCN Portugal e ao mesmo tempo da própria Demagre. Este responsável, já em 2006, confirmou ao "Correio da Manhã" a realização de buscas as instalações de ambas as empresas, a propósito de um empregado seu e do mesmo caso.

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