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Tróia inicia hoje um novo ciclo; torres já foram demolidas (act)

A Península de Tróia viveu hoje um momento marcante, com a demolição das duas emblemáticas torres, que contou com a presença de José Sócrates, cerca de 300 individualidades portuguesas e estrangeiras e decorreu sem problemas.

Negócios negocios@negocios.pt 08 de Setembro de 2005 às 16:02
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A Península de Tróia viveu hoje um momento marcante, com a demolição das duas emblemáticas torres, que contou com a presença de José Sócrates, cerca de 300 individualidades portuguesas e estrangeiras e decorreu sem problemas.

A empresa britânica Controlled Demolition Group foi a responsável pela implosão das duas torres Verde Mar e T0, que foi despoletada pelo primeiro ministro José Sócrates e demorou poucos segundos.

O Grupo Sonae, em 1997, quando adquiriu os créditos da Torralta, avançou com a concepção de um mega projecto para Tróia que passou Governo até ser aprovado.

Agora a empresa de Belmiro de Azevedo, aliada ao Grupo Amorim para a concessão do jogo, dispõe-se a investir mais de 300 milhões de euros num mega resort de luxo que propõe-se alterar para sempre aquelas paisagens.

Os 1.055 hectares da Península de Tróia está dividida entre as propriedades da Torralta, Soltróia e Grupo Pestana, prevendo-se mais de 7.430 camas turísticas e residenciais.

Eufrázio Filipe, presidente da Região de Turismo da Costa Azul, avançou ao Jornal de Negócios que, em 2005, o Litoral Alentejano terá cerca de 2.900 camas, tendo em conta as cerca de 250 mil dormidas. Nos próximos dez anos, a previsão é de cerca de 37 mil novas camas para a região.

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