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UBS aumenta preço-alvo para a Impresa para os 2,90 euros e reduz recomendação (act.)

A UBS reviu em alta o preço-alvo para as acções da Impresa para os 2,90 euros, o que representa um potencial de queda de 5% face ao valor actual das acções. O facto da cotação não apresentar margem para ganhos fez com que a casa de investimento revisse em

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 01 de Agosto de 2007 às 09:25
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A UBS reviu em alta o preço-alvo para as acções da Impresa para os 2,90 euros, o que representa um potencial de queda de 5% face ao valor actual das acções. O facto da cotação não apresentar margem para ganhos fez com que a casa de investimento revisse em baixa a recomendação para "reduzir".

"A Impresa negoceia a um prémio de 34% face aos pares europeus e, ao nível actual, as acções não oferecem margem de ganhos face ao modelo de ‘cash flows descontados’ que resulta num preço-alvo de 2,9 euros", de acordo com uma nota de "research" hoje publicada.

Tendo em consideração esta ausência de potenciais ganhos, a casa de investimento reviu em baixa a recomendação de "neutral" para "reduzir".

Ao mesmo tempo, os analistas Ignacio Cebrian e Pedro Baptista reviram em alta o preço-alvo de 2,77 euros para 2,90 euros, depois de terem actualizado as estimativas para 2008 e 2009.

Ainda assim, e tendo em conta o valor actual das acções (3,01 euros), as acções contam com um potencial de queda de 4,9%.

Os analistas realçam que não vêem "catalisadores claros no curto prazo" e sublinham que, depois dos números apresentados nos últimos trimestres, a evolução deverá abrandar e, inclusivamente, deverá ser difícil conseguir manter o ritmo de crescimento dos resultados nos próximos trimestres, especialmente na televisão.

As acções da Impresa [ipr] desciam 1,61% para os 3,05 euros.

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