Empresas UPS quer reforçar actividade em Portugal com soluções "à medida" das PME

UPS quer reforçar actividade em Portugal com soluções "à medida" das PME

O grupo logístico UPS está satisfeito com o “bom crescimento” da actividade em Portugal, onde garante não ter “sofrido com a crise”, e pretende incluir o país no investimento de mil milhões de dólares para a infraestrutura europeia até 2020.
UPS quer reforçar actividade em Portugal com soluções "à medida" das PME
Ken James/Bloomberg
Lusa 20 de dezembro de 2014 às 18:58

"Esperamos um crescimento da operação em Portugal. Penso que, devido à nossa rede global e às soluções que podemos oferecer aos clientes, nomeadamente em Portugal, onde a procura interna se ressentiu com a crise, os clientes portugueses procuraram muito apostar nas exportações para ultrapassarem este período", afirmou o gestor da UPS para Portugal e Espanha em entrevista à agência Lusa.

 

Segundo Christoph Atz, a UPS transporta encomendas de Portugal "para quase todo o mundo", possuindo clientes quer na área do retalho, quer da indústria manufatureira, automóvel, de alta tecnologia e da saúde.

 

"Há um crescimento muito equilibrado em todas as áreas, quer para os principais parceiros comerciais europeus, como também para a região da Ásia/Pacífico, Américas, EUA e também para África, dadas as ligações do país a Angola e Moçambique", afirmou.

 

De acordo com o responsável, uma das "áreas centrais" em que a sua equipa tem vindo a apostar em Portugal é a das pequenas e médias empresas (PME), procurando oferecer "soluções e uma proposta de valor à medida" destas unidades.

 

"Queremos ajudar as PME a crescer até se tornarem grandes empresas, oferecendo soluções à sua medida, e creio que é por isso que temos sido tão bem sucedidos a nível das exportações em Portugal", sustentou Christoph Atz.

 

A operar no país desde 1993, inicialmente através de um agente, a UPS Portugal tem o seu centro operacional no Prior Velho e sete pontos de acesso no país, dando emprego a cerca de 200 trabalhadores e operando nos aeroportos de Lisboa e do Porto.

 

Globalmente, o grupo de origem norte-americana oferece serviços para mais de 220 países e territórios, entregando mais de 16,9 milhões de pacotes por dia e tendo obtido receitas totais de 55,4 mil milhões de dólares (44,4 mil milhões de euros) em 2013, correspondentes a um volume anual total de 4,3 mil milhões de pacotes e documentos.




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