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Vendas da Ikea disparam mais de 7%. Índia é próximo destino

O volume de negócios no ano terminado em Agosto ultrapassou os 34 mil milhões de euros. A Alemanha continua a ser o maior mercado e o bom comportamento da China vai determinar a aceleração da expansão. A Índia vai ganhar a primeira loja já no ano que vem.

Miguel Baltazar/Negócios
Paulo Zacarias Gomes paulozgomes@negocios.pt 13 de Setembro de 2016 às 10:08
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O grupo de mobiliário Ikea fechou o ano até Agosto com um aumento de vendas de 7,1% para os 34,2 mil milhões de euros, um crescimento impulsionado pelo mercado chinês onde a marca sueca quer acelerar a sua expansão.


O aumento das vendas, excluindo o efeito cambial, foi ainda maior – um ganho de 7,9% - enquanto na comparação like-for-like (sem contar com aberturas nem encerramentos de lojas) o volume de negócios subiu 4,8%.


"A China continua a ser um dos mercados de mais rápido crescimento para o grupo Ikea, juntamente com a Austrália, Canadá e Polónia. (…) A Alemanha manteve a sua posição como maior mercado, seguido dos EUA, e mostrou outro ano de crescimento recorde," afirmou a empresa que espera abrir em 2017 as primeiras unidades na Índia e Sérvia.


A empresa sueca espera que a Índia – onde deverá abrir 25 lojas até 2025, a primeira das quais em Hyderabad no final do próximo ano - se torne num grande mercado de retalho para a marca. Mumbai, Delhi e Bangalore deverão ser as localizações seguintes.


O mercado chinês, dado o crescimento verificado, verá acelerada a estratégia de implementação de novas unidades da marca, afirmou o CEO da Ikea, Peter Agnefjaell, citado pela Bloomberg. Já as vendas na Rússia estabilizaram em relação ao ano anterior.


Em 2020, a empresa – que tem 340 lojas em 28 países, 12 das quais abertas nos últimos 12 meses - espera ter vendas de 50 mil milhões de euros. Este ano, 783 milhões de pessoas visitaram os seus estabelecimentos.


Em Portugal a empresa tem em construção uma loja no Algarve, na zona do Parque das Cidades, perto do Estádio Algarve, está integrada num complexo que inclui também um centro comercial e outlet e que permitirá criar cerca de 3.000 postos de trabalho directos e indirectos, segundo as estimativas do grupo. Em Abril, a companhia previa a abertura da loja de Loulé para 2016 e os restantes elementos do complexo para 2017.

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