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Vendas da Jerónimo Martins crescem 3,6% em 2004 (act)

As vendas da Jerónimo Martins cresceram 3,6% em 2004, numa base comparável, atingindo um volume de negócios no valor de 3,5 mil milhões de euros, com a empresa a sublinhar o «excelente» desempenho do Pingo Doce, onde as vendas «like-for-like» avançaram 2,

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 10 de Janeiro de 2005 às 17:47
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As vendas da Jerónimo Martins cresceram 3,6% em 2004, numa base comparável, revelou hoje o grupo em comunicado à CMVM, acrescentando que atingiram um volume de negócios no valor de 3,5 mil milhões de euros e sublinhando o «excelente» desempenho do Pingo Doce, onde as vendas «like-for-like» avançaram 2,2%.

Segundo a mesma fonte, «o sucesso da estratégia de adaptação das insígnias da distribuição a um novo panorama de consumo em Portugal e a liderança da Biedronka na Polónia permitiram ao grupo atingir um volume de negócios de 3,5 mil milhões de euros».

O grupo explica que o desempenho da cadeia de supermercados Pingo Doce, no segundo semestre do ano, «confirmou a eficácia do reposicionamento da insígnia», que terminou 2004 com um crescimento de 2,2% das vendas «like-for-like» e que este avanço se torna «ainda mais significativo, considerando a deflação de 3% registada, este ano, no cabaz médio do Pingo Doce».

Em relação ao Feira Nova, a Jerónimo Martins refere que a cadeia «conseguiu manter as vendas ao nível do ano anterior» apesar da política de preços agressivos resultante da pressão concorrencial e das campanhas promocionais de Natal e mesmo depois da abertura de novas lojas.

No que diz respeito ao canal HoReCa o grupo diz que registou um «bom comportamento de vendas» e que o Recheio «reforçou a sua quota de mercado e a sua posição de líder no formato grossista».

As vendas da «like-for-like» da Biedronka cresceram 9,5%, ultrapassando os mil milhões de euros. Para tal, o grupo destaca o contributo da abertura de 55 novas lojas, a maior parte das quais no último trimestre, acrescentando que o crescimento de 17,5%, em moeda local, e o «like-for-like» de 9,5% «confirmam a sua indiscutível liderança no mercado polaco, tendo acabado o ano anterior com 725 lojas».

No entanto, «a valorização do ‘zloty’ ocorrida durante os últimos meses de 2004 não foi suficiente para que o crescimento em moeda local no acumulado do ano tivesse o mesmo impacto em euros», explica a mesma fonte.

As acções da JM fecharam a descer 0,3% para os 10,02 euros, mas ao longo da sessão atingiram um máximo desde Janeiro de 2001 nos 10,25 euros.

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