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Vendas das posições na REN e AdP pela CGD à Parpública planeadas desde 2006

O Ministério das Finanças garante que as vendas das posições de 15% na REN e na AdP pela CGD à Parpública estavam planeadas desde 2006 e nada têm a ver com a actual crise financeira.

Tânia Ferreira tf@negocios.pt 01 de Outubro de 2008 às 18:31
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O Ministério das Finanças garante que as vendas das posições de 15% na REN e na AdP pela CGD à Parpública estavam planeadas desde 2006 e nada têm a ver com a actual crise financeira.

“É uma simples operação de reorientação da carteira de participações indirectas do Estado” e agora trata-se “da mera execução dessa orientação”, dada anteriormente pelo Estado à Parpública e à CGD, disse fonte oficial do ministério ao Negócios.

“O que está em causa é uma simples operação de reorientação da carteira de participações indirectas do Estado, tendo em vista uma maior racionalidade ao nível da respectiva gestão, e nesse sentido estas operações correspondem a uma orientação estratégica já dada anteriormente pelo Estado à Parpública, em 2006, e ao anterior Conselho de Administração da CGD, pelo que agora se tratou da mera execução dessa orientação”, afirma a mesma fonte.

Sobre os valores em causa, as Finanças remetem os esclarecimentos para as empresas envolvidas. “As operações decorreram entre a Parpública e as referidas empresas, pelo que mais informações sobre os pormenores das mesmas deverão ser pedidos às referidas empresas (CGD e Àguas de Portugal)”.

O Governo volta ainda a rejeitar a realização de novas operações de privatização durante a legislação em curso.

“Estas operações não têm qualquer relação directa ou indirecta com processos de privatização, nem está em preparação qualquer operação de privatização relacionada com qualquer destas empresas”.

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