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Vídeo: "O grupo é muito consistente e não deve ser vendido às fatias"

O vice-presidente do Grupo CTT, Pedro Coelho, não quis falar da privatização da empresa, no entanto foi dizendo que este "não deverá ser vendido às fatias".

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 24 de Maio de 2011 às 15:37
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A privatização “é uma decisão exclusivamente do accionista, mas não será no dia 31 de Maio (data da assembleia geral dos CTT) que ele vai decidir”, disse Pedro Coelho, durante a apresentação dos resultados.

O vice-presidente disse desconhecer em que fase está o processo, no entanto foi dizendo que “não há razão para no dia 31 entregar a chave a ninguém”.

Quanto ao modelo de privatização, o gestor é de opinião que a venda deverá ocorrer na totalidade e não em blocos.

Pedro Coelho disse a venda dos CTT poderia ser valorizada se “tivesse uma licença bancária ou um embrião para poder criar um banco”.

Recorde-se que o Banco Postal fazia parte da estratégia do Grupo CTT que acabou por nunca ser concretizado.

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