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Vila Galé consegue quase 200 milhões de receitas em 2019

O grupo viu as receitas crescerem tanto em Portugal como no Brasil, apesar do abrandamento de alguns dos principais mercados.

D.R.
Rafaela Burd Relvas rafaelarelvas@negocios.pt 20 de Janeiro de 2020 às 16:30
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O grupo Vila Galé alcançou um volume de negócios de 197 milhões de euros no ano passado, uma subida de 7% que fica a dever-se às receitas adicionais arrecadadas com os novos hotéis do grupo.

Os números foram avançados, esta segunda-feira, 20 de janeiro, por Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo, num encontro com jornalistas. Segundo o responsável, o início do ano passado "assustou" o setor do turismo nacional, já que o volume de reservas estavam "aquém do que era esperado". Contudo, o setor recuperou a partir de julho, compensando os resultados do início de 2019 e ficando quase em linha com o ano anterior.

A Vila Galé acabou, assim, por registar 1,9 milhões de dormidas e 115 milhões de euros em receitas na atividade em Portugal, onde conta com 25 hotéis, valor que fica ligeiramente acima dos 112 milhões de euros registados em 2018.

Excluindo o impacto do Vila Galé Douro Vineyards e do Vila Galé Collection Elvas, as duas unidades inauguradas no ano passado, as receitas teriam ficado em 106 milhões de euros, abaixo do conseguido no ano anterior.

Os portugueses continuaram a representar o maior mercado do grupo, respondendo por 30% do total de dormidas. Seguiram-se os britânicos e alemães, apesar das quebras que têm sido registadas, e os espanhóis e brasileiros, dois mercados em crescimento.

Já no Brasil, onde o grupo conta com nove unidades, registaram-se 1,5 milhões de dormidas e cerca de 82 milhões de euros em receitas, ao câmbio atual, uma subida homóloga de 18%. Brasileiros, argentinos e portugueses representaram a maioria dos hóspedes no Brasil.
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