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Villa Magna: Depois de recusados os 190 milhões de euros, Queiroz Pereira rompe negociações

Jaime Gilinski, investidor colombiano e primeiro accionista do Sabadell (com mais de 5%), e o empresário português Pedro Queiroz Pereira romperam as negociações em torno da venda do hotel de luxo madrileno Villa Magna.

Fortuna: 1129 milhões de euros
Principais activos: Semapa e hotel Ritz
Pedro Elias
Inês F. Alves inesalves@negocios.pt 21 de Setembro de 2015 às 15:23
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O negócio era dado como certo, mas a recusa dos 190 milhões oferecidos por Gilinski foi conhecida no início de Setembro. "As negociações continuavam abertas para ver se algum dos jogadores movia a ficha. Mas não foi assim. Confirmou-se a ruptura e o dono [Pedro Queiroz Pereira] procura novas ofertas para o hotel", noticia esta segunda-feira, 21 de Setembro, o diário espanhol Cinco Días.

Segundo fontes próximas de Pedro Queiroz Pereira, referidas pelo Cinco Días, a estratégia do empresário passa agora por procurar novas ofertas sem pressa.

As regras do jogo mudaram sobretudo devido a alterações no contexto económico. A economia espanhola está a crescer, o número de turistas aumentou e o empresário português joga também com o interesse crescente de cadeiras hoteleiras e investidores que desejam estar presentes na capital espanhola, escreve o jornal.

O Villa Magna facturou 23,4 milhões de euros em 2014, mais 19,36% do que no ano anterior, refere o Cinco Días.

Este hotel de luxo foi adquirido em 2001 pela Sodim, "holding" do presidente da Semapa. Após a renovação conduzida pelo empresário português, o Villa Magna ficou com 150 quartos, entre eles uma luxuosa suite que custa cerca de 16 mil euros por noite.

 

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