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Vivo, Sonae, EDP, CCR e Cimpor no «ranking» das mil maiores empresas no Brasil

As empresas de capital português Vivo, Sonae, Energias do Brasil, Cimpor e CCR estão entre as 1.000 maiores empresas no Brasil em volume de receitas em 2004, segundo o anuário do jornal Valor Económico hoje divulgado.

Negócios negocios@negocios.pt 23 de Agosto de 2005 às 16:42
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As empresas de capital português Vivo, Sonae, Energias do Brasil, Cimpor e CCR estão entre as 1.000 maiores empresas no Brasil em volume de receitas em 2004, segundo o anuário do jornal Valor Económico hoje divulgado e citado pela Lusa.

No total, estão listadas 22 empresas de capital português, sendo dez controladas pela holding Vivo, detida em partes iguais pela Portugal Telecom (PT) e Telefónica Móviles.

Outras quatro empresas são controladas pela Energias do Brasil (EDB), holding da EDP - Energias de Portugal, nomeadamente as distribuidoras Bandeirante, Escelsa e Enersul, além da Enertrade, destaque no sector de comercialização de energia.

O ranking traz ainda quatro empresas que integram os activos da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), participada pela portuguesa Brisa, nomeadamente as concessionárias Autoban, Novadutra, Vioeste e Rodonorte.

Estão ainda na lista das empresas de capital português a Sonae, Tafisa, Cimentos do Brasil, controlada pela Cimpor, e a PrimeSys, então controlada pela PT e recentemente vendida à Embratel.

A Telesp Celular (TC), a principal empresa de telefonia móvel que integra os activos da Vivo no Brasil, aparece na 44ª posição (40ª em 2003), com receitas de 1,5 mil milhões de euros.

A operadora da Vivo que actua no Estado de Goiás, na região Centro-Oeste do Brasil, foi considerada o destaque do sector de telecomunicações pelo anuário do Valor Económico.

«A nossa estratégia é clara: partilhar infra-estruturas entre as empresas do grupo para reduzir as despesas gerais e assim poder concentrar mais recursos na área comercial», afirmou o presidente da Vivo, Roberto Lima.

A Sonae Distribuição Brasil, no sector de retalho, está na 54ª posição (58ª em 2003), com receitas de 1,2 mil milhões de euros.

A empresa Tafisa, fabricante de aglomerados de madeira, também controlada pelo grupo Sonae, aparece na 681ª posição (592ª em 2003), com receitas de 93,4 milhões de euros em 2004.

A Bandeirante Energia, distribuidora de energia eléctrica, com actuação no Estado de São Paulo, está na 115ª posição (102ª em 2003), com receitas de 632,2 milhões de euros.

A distribuidora Escelsa, que actua no Estado do Espírito Santo, controlada igualmente pela Energias do Brasil, está na 222ª posição (206ª em 2003), com receitas de 352,7 milhões de euros.

A distribuidora Enersul, que actua no Estado do Mato Grosso do Sul, controlada pela holding Energias do Brasil, está na 315ª posição (332ª posição em 2003), com 241 milhões de euros em receitas.

A Enertrade foi o destaque do sector de energia eléctrica do anuário do jornal Valor Económico.

A companhia registou um aumento de 77 por cento no volume de energia comercializada para 4.850 gigawatts/hora, no ano passado, face a 2003, «apesar da grande concorrência do sector».

«É um mercado com grande potencial para ser explorado, e a nossa comercializadora (Enertrade) está muito bem posicionada», afirmou o presidente da Energias do Brasil, António Martins da Costa.

A Cimentos do Brasil, com receitas de 179 milhões de euros, está na 389ª posição (321ª em 2003), segundo o jornal Valor Económico.

O ranking das «1.000 Maiores Empresas» é liderado novamente pela estatal Petrobras, com receitas totais de 29,5 mil milhões de euros em 2004.

O anuário refere que a «saúde financeira das maiores empresas brasileiras progrediu consideravelmente em 2004», ano em que o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 4,9% face a 2003.

As receitas das 1.000 maiores empresas com actuação no Brasil, no ano passado, ascendeu a 344 mil milhões de euros, um aumento de 19,1%, em relação a 2003.

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