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Vodafone Portugal admite quebra do mercado maior que a esperada

A Vodafone Portugal está hoje, à entrada do sexto mês deste ano, menos optimista que no início de 2012, quanto à evolução do mercado.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 31 de Maio de 2012 às 09:29
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António Coimbra, presidente da empresa, que ontem esteve no jantar-debate organizado pela APDC (Associação para o Desenvolvimento das Comunicações), acredita que o mercado, à semelhança do que aconteceu nos últimos três anos, vai voltar a cair.

A estimativa inicial da Vodafone Portugal apontava para uma queda de 2,2% nas receitas de serviço, ou seja, o que os clientes efectivamente pagam, descontando taxas de terminação e receitas grossistas. Esta seria uma variação inferior ao que aconteceu nos últimos anos. Em 2011/2012 (a Vodafone faz o ano fiscal a começar a 1 de Abril e a terminar a 31 de Março), o mercado caiu 3,7%, que assenta em cima de uma queda de 2,7% do ano anteriores.

"Mas os primeiros meses fazem acreditar que as previsões estão ultrapassadas. Vai ser igual ou pior que no ano passado. Mas também depende da evolução da economia", salientou.

Os quatro principais operadores detêm 93% do sector. António Coimbra fez questão de, no debate, reforçar as diferenças entre o sector móvel e fixo, dizendo que o primeiro, ao contrário do fixo, é muito competitivo, onde não há domínio de um operador. Dois operadores estão com quotas aproximadas e a OPtimus tem vindo a aumentar a sua fatia. Já no fixo, o caminho é, segundo Coimbra, o duopólio.

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