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WSJ diz que fusão nos móveis é “escandalosa”

O “Wall Street Journal” (WSJ) qualifica a fusão entre a TMN e a Optimus, aprovada com condições pela Autoridade da Concorrência, como “escandalosa”. Na coluna “Breaking views”, o jornal diz que “agora a Sonaecom tem de persuadir os donos da PT do seu plan

Negócios negocios@negocios.pt 03 de Outubro de 2006 às 07:51
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O "Wall Street Journal" (WSJ) qualifica a fusão entre a TMN e a Optimus, aprovada com condições pela Autoridade da Concorrência, como "escandalosa". Na coluna "Breaking views", o jornal diz que "agora a Sonaecom tem de persuadir os donos da PT do seu plano".

"Apesar de a decisão [da AdC] ser largamente esperada, ela é de qualquer forma um passo importante. Afinal, fundir as redes [TMN e Optimus] parece escandaloso do ponto de vista do consumidor", escreve o WSJ, acrescentando que a quota de mercado somada (64%) é "uma das maiores que qualquer operador tem no seu país na Europa Ocidental. E fará de Portugal o único mercado da região com dois operadores".

Este comentário foi publicado na coluna "Breaking Views", um espaço de análise diário. Foi aí que, em Maio, o WSJ acusou os administradores do BCP de "encher os bolsos" à custa dos accionistas. Mais tarde, o jornal pediu desculpas.

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