Energia AG extraordinária da EDPR vai reeleger administração e representante dos minoritários

AG extraordinária da EDPR vai reeleger administração e representante dos minoritários

A EDP Renováveis convocou uma assembleia geral extraordinária para eleger um representante dos minoritários e reeleger a actual administração.
AG extraordinária da EDPR vai reeleger administração e representante dos minoritários
Miguel Baltazar/Negócios
Nuno Carregueiro 25 de maio de 2018 às 18:54

A EDP Renováveis (EDPR), que foi alvo de uma OPA da China Three Gorges, vai realizar a 27 de Junho a segunda assembleia geral de 2018, sendo que a reunião de accionistas agendada para Madrid terá quatro pontos na ordem de trabalhos, entre eles a reeleição e nomeação de administradores.

 

De acordo com a convocatória da AG extraordinária, publicada esta sexta-feira na CMVM, no primeiro ponto da ordem de trabalhos os accionistas vão deliberar sobre a "nomeação de administradores por um conjunto de accionistas que actuam no exercício do direito de representação proporcional". 

 

A EDPR vai assim aceder às pretensões de três fundos com 6% do capital da cotada. A Massachusetts Financial Services Company (MFS), a Axxion e a Moneta Asset Management notificaram a EDP Renováveis (EDPR) a 27 de Março de que pretendiam estar presentes na assembleia-geral de accionistas de 3 de Abril para exercerem o seu direito à nomeação de um membro no conselho de administração da eléctrica, tal como estipulado na lei espanhola, país onde a EDPR tem a sua sede.

 

Apesar de não ter permitido a alteração nessa AG, a EDPR logo na altura tinha feito saber que pretendia "dar voz" a estes accionistas.

 

Mas a AG de 27 de Junho servirá também para reeleger 12 administradores que já exercem funções. E nomear dois novos administradores independentes: María Teresa Costa Campi e Conceição Lucas.

 

A EDPR passará assim a ter três mulheres na administração, que passará a ser composta por 15 elementos, cumprindo a regra de ter pelo menos 20% do sexo sub-representado nos órgãos de topo, um requisito exigido às empresas cotadas a partir da primeira assembleia-geral electiva depois de 1 de Janeiro de 2018.

 

Manso Neto continuará a exercer o cargo de CEO, numa administração que manterá António Mexia, João Paulo Nogueira da Sousa Costeira, Duarte Melo de Castro Belo, entre outros.

 




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