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Blockchain chegou ao petróleo do Mar do Norte

A tecnologia, responsável pela bitcoin, começou a ser usada pelas petrolíferas no Mar do Norte para tornarem as transacções mais transparentes e seguras.

Arábia Saudita frente-a-frente com o Irão - Os confrontos comprometerão as exportações de petróleo e gás do Estreito de Ormuz. Como consequência, o petróleo dispara e os planos de privatização da companhia de petróleo Saudi Aramco não resultam. A Arábia Saudita desvalorizará a sua moeda, obrigando a restante região a fazer o mesmo.
DR
Negócios com Reuters 29 de Novembro de 2018 às 13:23

As maiores petrolíferas podem começar a fechar os seus acordos de uma forma mais rápida e segura. Começou esta semana a funcionar pela primeira vez uma plataforma baseada na blockchain, num movimento que poderá revolucionar o mercado do "ouro negro". 

 

De acordo com a Reuters, a plataforma Vakt é a primeira a entrar em funcionamento, depois de nos últimos anos várias empresas terem realizado projectos-piloto para aplicar esta tecnologia ao petróleo, numa tentativa de cortar os custos e compensar a redução das margens de lucro.

 

E a Blockchain, a plataforma responsável pela bitcoin, é considerada por muitos como uma solução para aumentar a transparência e reduzir o risco de fraude.

 

"Vivemos tempos emocionantes", afirmou Andrew Smith, responsável de "trading" da Shell. A petrolífera, em conjunto com a BP, a Equinor, a Mercuria Energy Group e Koch Supply and Trading, mas também a Gunvor, criaram a Vakt em 2017.

 

"A colaboração com os nossos pares e alguns participantes de relevo no sector é a melhor forma de juntar o conhecimento do mercado e alcançar a escala necessária para lançar uma plataforma de transacções digitais que pode transformar a forma como fazemos negócio", notou ainda Andrew Smith.

 

Inicialmente, as empresas que criaram a Vakt serão as únicas a ter acesso à plataforma. Porém, a partir de Janeiro, será aberta a porta a outros utilizadores. Além disso, será limitada no início a contractos no Mar do Norte. 
 

A plataforma, agora em funcionamento, permite digitalizar e centralizar o que antes era uma pilha de documentos. Esta tecnologia também estará conectada a outra plataforma, lançada no início deste ano, a komgo, que vai facilitar o acesso ao financiamento.

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