Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Combustíveis continuam praticamente inalterados. É o agosto mais calmo dos últimos 5 anos

Os preços dos combustíveis não deverão sofrer mudanças na próxima semana, pela quarta semana consecutiva. Já não se via um mês de agosto tão calmo, em termos de oscilações de preços, desde 2015.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 28 de Agosto de 2020 às 14:00
  • Assine já 1€/1 mês
  • 2
  • ...
Nova semana, mas a mesma tendência. Os preços dos combustíveis vão continuar inalterados a partir da próxima segunda-feira, dia 31 de agosto, consumando um dos meses de agosto mais calmos desta década. É preciso recuar até 2015, para vermos os preços oscilarem ainda menos que neste mês.

Assim sendo, um litro de gasóleo custará 1,230 euros à carteira dos portugueses, de acordo com os cálculos efetuados pelo Negócios. O preço da gasolina simples 95 deverá manter-se também ao nível desta semana, nos 1,396 euros por litro, que é o valor máximo desde o final do mês passado. 

No acumulado do ano, o preço do gasóleo regista uma queda de 11%, enquanto que na gasolina se observa uma redução de 7%. Contudo, desde os mínimos de abril, ambos os ativos acumulam ganhos de 11 e 16 cêntimos por litro, respetivamente. 

No primeiro semestre deste ano, a gasolina sofreu uma queda de 9% e o gasóleo de 13%.



Os cálculos têm por base a evolução destes dois derivados do petróleo (gasóleo e gasolina) e do euro. Mas o custo dos combustíveis na bomba dependerá sempre de cada posto de abastecimento, da marca e da zona onde se encontra.

Os novos preços têm em conta as variações calculadas pelo Negócios face ao preço médio praticado em Portugal esta semana e anunciado pela Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

Os cálculos do Negócios têm por base contratos diferentes dos seguidos pelas petrolíferas (ainda que a evolução costume ser semelhante), sendo que os dados disponíveis para o Negócios só estão disponíveis até quinta-feira (faltando um dia de negociação).
Ver comentários
Saber mais Negócios economia negócios e finanças macroeconomia preços
Mais lidas
Outras Notícias