Empresas Galp ultrapassou várias vezes a meta de 60 mil barris diários em 2015

Galp ultrapassou várias vezes a meta de 60 mil barris diários em 2015

Após atingir a meta de 50 mil barris diários, a petrolífera nacional bateu a marca dos 60 mil barris várias vezes ao longo de 2015. O valor vai aumentar este ano com a empresa a esperar chegar a 85 mil barris em 2017.
Galp ultrapassou várias vezes a meta de 60 mil barris diários em 2015
Bloomberg
André Cabrita-Mendes 08 de fevereiro de 2016 às 17:53

A produção da petrolífera nacional continua em alta. Depois de ter ultrapassado a marca dos 50 mil barris diários em 2015, a Galp bateu a marca dos 60 mil barris diários. Esta meta foi ultrapassada por diversas vezes ao longo do último ano, conforme revelou esta segunda-feira, 8 de Fevereiro, a empresa. "Tocámos os 50 mil barris há não muito tempo e pontualmente tocámos nos 60 mil barris por dia", disse o presidente executivo da companhia. 

 

A contribuir para o aumento de produção esteve a entrada em operação do navio FPSO Cidade de Itaguaí no Brasil, que arrancou em Julho de 2015. Já para este ano está prevista a entrada de mais duas navios produtores no Brasil: o FPSO Cidade de Maricá que deverá atingir o "plateau" - o nível máximo de produção - em 2017 e o FPSO Cidade de Saquarema, cuja início de produção na área central do campo Lula está previsto para meados de 2016.

 

Com a entrada destes navios em operação, a Galp vai aumentar a produção para os 80-85 mil barris diários em 2017. Para este ano, a empresa vai esperar pelo "Capital Markets Day" a 15 de Março em Londres para revelar as metas de produção.

 

Além do Brasil, a produção em Angola também está em alta. O campo Lianzi começou a produzir em Outubro de 2015. Ao mesmo tempo, estão a decorrer actividades de perfuração na área Kaombo. "Este é o projecto-bandeira em Angola", sublinhou Gomes da Silva. Esta área vai receber dois navios produtores, equivalentes aos do Brasil, em 2017 e 2018, que estão actualmente em construção em Singapura.

 

Já os planos para o gás natural em Moçambique são mais para o longo prazo. É que apesar do seu potencial, o país lusófono carece das devidas infra-estruturas para a produção de gás natural. "Moçambique é o novo Qatar, pois tem reservas provadas equivalentes às do Qatar. Mas todos os projectos váo ter que ser feitos de raíz", afirmou Carlos Gomes da Silva.

A Galp encerrou a sessão desta segunda-feira a cair 0,91% para 10,85 euros por título.




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