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Luís Amado: Debate sobre rendas tem vindo "a desgastar" a EDP

Luís Amado não olha para o debate das rendas de energia como um caso de perseguição, mas diz que a empresa está a ser usada como "uma espécie de arma de arremesso, na batalha política eleitoral".

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O presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, Luís Amado, queixa-se de que a discussão em torno da EDP, nomeadamente sobre as rendas de energia, tem causado danos reputacionais à empresa. Não considera que se trate de uma perseguição, mas diz que a empresa está a ser usada como "uma espécie de arma" política, "na batalha  eleitoral, em nome de questões referenciadas no passado", disse Luís Amado, entrevistado na Conversa Capital, do Negócios e Antena 1.

"O que é um facto é que a EDP se tornou numa espécie de arma de arremesso na batalha política e eleitoral em nome de questões que estão referenciadas no passado, designadamente o tema da comissão de inquérito das rendas excessivas. Aliás, sendo a comissão de inquérito sobre as rendas excessivas da EDP já tem um juízo implícito", criticou.

Todo este debate com a elétrica no centro da polémica "tem consequências do ponto de vista reputacional. É uma empresa exposta aos mercados internacionais e que tem hoje investidores americanos, árabes, europeus, espanhóis, chineses. É uma empresa que tem o capital muito disperso e que de Hong Kong a Nova Iorque é referenciada no dia-a-dia no pulsar dos mercados. Portanto, tudo o que são mensagens que desgastam a empresa naturalmente refletem-se também na apreciação que é feita pelos investidores do seu investimento na EDP", sustentou.

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