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Matos Fernandes: "Galp devia ser mais uma empresa de energia"

O ministro do Ambiente e da Transição Energética lamenta que a Galp ainda se veja como uma empresa do petróleo, mas diz que não deixará de a tentar atrair para investimentos nas energias renováveis.

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O ministro do Ambiente e da Transição Energética espera que a decisão do Tribunal Constitucional no processo da REN, que considerou a CESE uma contribuição que o Estado tem legitimidade para cobrar, se repita nos outros processos em curso.

Em entrevista ao Negócios e Antena 1, João Pedro Matos Fernandes admite que em relação à Galp, que contesta a contribuição e ao contrário da REN não a tem pago, continua a não existir acordo. 

"A Galp ainda olha muito para si própria como uma empresa do "oil & gas" e acho que é fundamental que se olhe como uma empresa de energia. É da maior importância para Portugal", afirma o ministro, para quem a empresa deveria "abandonar o "oil & gas na produção de energia de forma paulatina e progressiva". Em seu entender, a Galp deve "ser cada vez mais uma empresa de energia".


"Eu percebo que a Galp, enquanto olha para si própria como uma empresa do petróleo, diga 'eu não tenho nada a ver com isto, eu não contribuí para este défice exista'. Nós nunca deixaremos de pugnar por aquilo que sentimos ser justo, mas mais ainda por tentar atrair uma empresa como a Galp para investimentos no domínio das renováveis", sublinhou.

 

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