Energia Mota-Engil prevê facturar 31 milhões com fornecimento de electricidade na Cidade do México

Mota-Engil prevê facturar 31 milhões com fornecimento de electricidade na Cidade do México

Através da subsidiária mexicana para a área da energia, a Mota-Engil estima que vai facturar 31 milhões de euros em 2019 com o fornecimento de luz na Cidade do México.
Mota-Engil prevê facturar 31 milhões com fornecimento de electricidade na Cidade do México
David Santiago 07 de novembro de 2018 às 11:07

A Mota-Engil esperar facturar 31 milhões de euros em 2019 com o fornecimento de luz na capital do México, segundo informou a construtora em comunicado enviado às redacções esta quarta-feira, 7 de Novembro. 

A empresa portuguesa revelou que a sua subsidiária mexicana para o sector energético, a Generadora Fénix, iniciou no passado dia 1 de Novembro "o fornecimento de electricidade para a iluminação pública de toda a Cidade do México, abrangendo aproximadamente 18 milhões de habitantes, por um período de 20 anos".

"Este fornecimento será realizado por um período de 12 horas diárias, estimando-se um consumo anual de 550 GWh, o que originará uma facturação de cerca de 31 milhões de euros em 2019. A actividade de geração e venda de electricidade assume assim uma relevância acrescida no volume de negócios do grupo", lê-se ainda na nota. 

A Mota-Engil explica também que "a quase totalidade" da geração de electricidade irá provir de "fontes de energia limpa", contrastando com o conjunto do fornecimento energética no país que consiste num "mix de fontes de geração de energia que tem um peso significativo de fontes não renováveis".

 

A filial mexicana da construtora lusa - Generadora Fénix - foi criada em Outubro de 2015 com base num acordo entre a Mota-Engil e o Sindicato Mexicano de Electricistas, tornado-se na "primeira empresa privada de geração de electricidade a participar no novo mercado liberalizado do México".

Por fim, a Mota-Engil tem vindo a agregar "obras de pequena e média dimensão" no negócio core do grupo, sendo que no final do primeiro semestre deste ano tinha sido adjudicadas "obras num total de cerca de 600 milhões de euros, com forte contribuição da América Latina e de África, mas também com novas obras na Europa". "Aguarda-se ainda a formalização de mais cerca de 700 milhões de euros de novas obras nas três regiões", acrescenta. 




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