Energia Número de queixas sobre comercializadores de energia caiu até junho

Número de queixas sobre comercializadores de energia caiu até junho

A faturação continua a ser o tema que gera mais reclamações. No entanto, a ERSE sublinha que tem recebido um “número assinalável” de queixas sobre a qualidade do serviço comercial no setor da eletricidade.
Número de queixas sobre comercializadores de energia caiu até junho
Tiago Sousa Dias
Sara Ribeiro 21 de agosto de 2019 às 12:49

Até ao final de junho, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) recebeu 5.149 reclamações, das quais 863 são insistências em processos já existentes ou concluídos e 311 são pedidos de informação. No total, a diferença do número de queixas entre os anos de 2018 e 2019 traduz-se aproximadamente em menos 3.500 reclamações, detalha a entidade liderada por Cristina Portugal.

Analisando o número de reclamações por setores – elétrico, gás natural, GPL canalizado ou abastecimento de combustíveis  - o regulador refere que houve uma diminuição de reclamações em todas as áreas. "O subsetor dos gases de Petróleo Liquefeito (GPL) canalizado aparece como exceção em resultado da criação de uma classificação específica, separada dos combustíveis", explica a ERSE.

No que toca aos temas mais reclamados pelos consumidores de energia, durante o segundo trimestre não houve grandes alterações. "Podemos observar alguma continuidade, desde logo, no primeiro lugar ocupado pelo tema da faturação", aponta o regulador.

"Segue-se o tema da contratação nos setores da eletricidade, do gás natural e do fornecimento dual, enquanto no GPL canalizado surgem as reclamações associadas à interrupção do fornecimento (pré-aviso, erro, mudança para o gás natural)", detalha.

Porém, a ERSE sublinha o "número assinalável" de reclamações que tem recebido sobre a qualidade de serviço comercial no setor da eletricidade, como nos atendimentos, visitas combinadas, entre outros, exemplifica.




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