Energia Tribunal rejeita providência cautelar que impugnava serviços mínimos na greve dos motoristas

Tribunal rejeita providência cautelar que impugnava serviços mínimos na greve dos motoristas

Os sindicatos não concordaram com os serviços mínimos estabelecidos pelo Governo e avançaram com uma providência cautelar. O tribunal rejeitou, mantendo-se assim os serviços mínimos entre 50% e 100% decretados pelo Executivo.
Tribunal rejeita providência cautelar que impugnava serviços mínimos na greve dos motoristas
Cofina
Negócios 09 de agosto de 2019 às 12:05
A providência cautelar interposta pelos sindicatos dos motoristas de matérias perigosas contra os serviços mínimos decretados pelo Governo para a greve foi rejeitada pelo tribunal. 

De acordo com a TSF, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa considerou que não existia razão para ir contra os serviços mínimos, entre os 50% e os 100%, estabelecidos pelo Governo. 

Em causa está a greve dos motoristas de matérias perigosas com início marcado para a próxima segunda-feira, dia 12, e por tempo indeterminado. A paralisação foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), que acusam a Antram de não querer cumprir o acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial. 

Na quarta-feira, o Governo definiu serviços mínimos para esta greve, que vão entre os 50% para a generalidade dos postos de abastecimento de combustível e os 100% para a rede de abastecimento de emergência e serviços de saúde, segurança e proteção civil.



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