Imobiliário Bancos sobem valor da avaliação das casas para novo máximo

Bancos sobem valor da avaliação das casas para novo máximo

A avaliação bancárias das casas atingiu um novo máximo em maio deste ano, sendo que o crescimento homólogo foi o mais forte desde que o INE começou a recolher estes dados em 2011.
Bancos sobem valor da avaliação das casas para novo máximo
Reuters
Nuno Carregueiro 27 de junho de 2019 às 11:06

O valor médio a que os bancos avaliaram as casas atingiu um novo recorde no mês de maio. Atingiu 1.265 euros por metro quadrado, o que representa um aumento de 9 euros face a abril. A variação mensal foi de 0,7% e a homóloga (contra maio de 2018) ascendeu a 7,6%, revelam os dados publicados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística.

Este relatório mostra que o mercado imobiliário em Portugal continua a dar sinais de crescimento robusto, apesar do abrandamento que se verificou nos últimos meses.


Os dados referentes ao primeiro trimestre revelados pelo INE esta semana indicaram que o preço de venda das casas aumentou 9,2%, apenas uma décima abaixo do aumento verificado nos três meses anteriores.


O crescimento homólogo de 7,6% reportado hoje referente à avaliação das casas é mesmo o mais forte desde que o INE começou a divulgar estes dados em 2011. Esta taxa de crescimento tem-se situado sempre acima dos 6% desde junho do ano passado e acelerou desde fevereiro. Já a variação mensal é sempre positiva desde março de 2017.

Os dados do INE mostram que nos apartamentos o valor médio de avaliação subiu 10 euros, para 1.343 euros/m2, enquanto nas moradias o valor médio de avaliação subiu 6 euros, para 1.137 euros/m2. Ambos os indicadores também estão em máximos e na comparação homóloga a avaliação dos apartamentos (+9%) está a crescer de forma mais rápida do que nas moradias (5,9%).

 

Na análise por regiões, foram várias onde foram atingidos recordes. O Algarve tem a avaliação bancaria mais elevada (1.655 euros/m2) e o crescimento homólogo mais forte (11,3%), embora a variação entre abril e maio tenha sido negativa (-0,2%). Na Área Metropolitana de Lisboa o aumento foi de 7,8% para 1.539 euros/m2.




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